Partindo de um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que é a descentralização com direção única em cada esfera de Governo, preservando a autonomia e distribuição de poderes entre os entes federais, a Diretoria de Vigilância Sanitária Estadual (Divisa) realizou, na manhã desta segunda-feira (23), uma oficina para discutir o fortalecimento desta temática no âmbito municipal.
Cerca de 60 municípios que possuem população acima de 10 mil habitantes foram convidados para o encontro, que contou com a presença da secretária estadual da Saúde, Lilian Martins, da diretora da Divisa, Tatiana Chaves, técnicos da vigilância sanitária, secretários municipais de Saúde e coordenadores de vigilâncias municipais.
O Estado quer com esta oficina ouvir as dificuldades enfrentadas pelos municípios para que eles possam ter uma vigilância atuante. “A parceria com os municípios é fundamental para que consigamos sensibilizar os gestores da vigilância sanitária. Sabemos das dificuldades que as secretarias têm, mas precisamos estar conversando com municípios e buscando parcerias que vão trazer melhorias para a população”, disse a secretária Lilian Martins.
“Nós temos dois desafios - fazer com que a Vigilância Sanitária possa assumir o seu papel e monitorar as ações das vigilâncias municipais. Esse momento é uma forma de nos aproximarmos dos municípios para que possamos atuar na descentralização municipal”, acrescentou Tatiana Chaves, diretora da Vigilância Sanitária estadual.
A descentralização das ações de vigilância sanitária iniciou com as ações básicas da Visa em 1998, ampliando-se a medida que houve o incentivo financeiro pelo nível federal para a estruturação das mesmas.
No Piauí, este processo efetivou-se no fim de 2007 com a pactuação dos municípios acima de 20 mil habitantes e em 2009 com os abaixo de 20 e acima de 10 mil, com homologação do pacto na Comissão Intergestora Bipartite (CIB).
Cerca de 60 municípios que possuem população acima de 10 mil habitantes foram convidados para o encontro, que contou com a presença da secretária estadual da Saúde, Lilian Martins, da diretora da Divisa, Tatiana Chaves, técnicos da vigilância sanitária, secretários municipais de Saúde e coordenadores de vigilâncias municipais.
O Estado quer com esta oficina ouvir as dificuldades enfrentadas pelos municípios para que eles possam ter uma vigilância atuante. “A parceria com os municípios é fundamental para que consigamos sensibilizar os gestores da vigilância sanitária. Sabemos das dificuldades que as secretarias têm, mas precisamos estar conversando com municípios e buscando parcerias que vão trazer melhorias para a população”, disse a secretária Lilian Martins.
“Nós temos dois desafios - fazer com que a Vigilância Sanitária possa assumir o seu papel e monitorar as ações das vigilâncias municipais. Esse momento é uma forma de nos aproximarmos dos municípios para que possamos atuar na descentralização municipal”, acrescentou Tatiana Chaves, diretora da Vigilância Sanitária estadual.
A descentralização das ações de vigilância sanitária iniciou com as ações básicas da Visa em 1998, ampliando-se a medida que houve o incentivo financeiro pelo nível federal para a estruturação das mesmas.
No Piauí, este processo efetivou-se no fim de 2007 com a pactuação dos municípios acima de 20 mil habitantes e em 2009 com os abaixo de 20 e acima de 10 mil, com homologação do pacto na Comissão Intergestora Bipartite (CIB).
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