Como forma de aumentar ainda mais o controle sobre as empresas contratadas pelo Governo do Piauí, o governador Wilson Martins determinou à Controladoria Geral do Estado (CGE) a criação de um banco de dados para as obras orçadas acima de R$ 1 milhão. O novo sistema deverá estar funcionando já a partir do segundo semestre deste ano.
De acordo com o chefe da CGE, Antonio Filho, será desenvolvido um software que visa à análise do andamento dessas obras desde os aspectos físicos, passando pelas principais pendências relacionadas aos erros do projeto básico até a execução do projeto executivo. “É mais uma ferramenta que teremos para monitorar essas empresas e oferecer aos cidadãos do Estado uma satisfação sobre o dinheiro público”, comenta o controlador.
Segundo Antonio Filho, o software vai ter uma abrangência grande e vai ser capaz, entre outras coisas, de reformular planilhas orçamentárias; fazer cobrança das anotações de responsabilidades técnicas dos engenheiros responsáveis; avaliar a data-base dos realinhamentos de preços e dos reajustamentos das obras; fazer a verificação das etapas da licitação; verificar os acréscimos ou supressões recorrentes da execução das obras; cobrar e fiscalizar as garantias relacionadas às etapas contratuais junto às empresas contratantes, sob risco de torná-las inidôneas pelo seu descumprimento.
“O que o governo quer é trazer uma ferramenta gerencial, devido à morosidade na execução de obras públicas que não são decorrentes da vontade da gestão pública, mas, sim, dos contratados. Pelo histórico do governo, já foram contratadas empresas que não tinham condições técnicas e financeiras suficientes para executar tais obras, porém as mesmas foram contratadas pelo processo legal contratual da licitação”.
De acordo com o chefe da CGE, Antonio Filho, será desenvolvido um software que visa à análise do andamento dessas obras desde os aspectos físicos, passando pelas principais pendências relacionadas aos erros do projeto básico até a execução do projeto executivo. “É mais uma ferramenta que teremos para monitorar essas empresas e oferecer aos cidadãos do Estado uma satisfação sobre o dinheiro público”, comenta o controlador.
Segundo Antonio Filho, o software vai ter uma abrangência grande e vai ser capaz, entre outras coisas, de reformular planilhas orçamentárias; fazer cobrança das anotações de responsabilidades técnicas dos engenheiros responsáveis; avaliar a data-base dos realinhamentos de preços e dos reajustamentos das obras; fazer a verificação das etapas da licitação; verificar os acréscimos ou supressões recorrentes da execução das obras; cobrar e fiscalizar as garantias relacionadas às etapas contratuais junto às empresas contratantes, sob risco de torná-las inidôneas pelo seu descumprimento.
“O que o governo quer é trazer uma ferramenta gerencial, devido à morosidade na execução de obras públicas que não são decorrentes da vontade da gestão pública, mas, sim, dos contratados. Pelo histórico do governo, já foram contratadas empresas que não tinham condições técnicas e financeiras suficientes para executar tais obras, porém as mesmas foram contratadas pelo processo legal contratual da licitação”.
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