Três modalidades esportivas foram destaque no segundo dia de competição da 1ª Paraolimpíada do Piauí, o vôlei de areia para deficientes auditivos, basquete para deficientes intelectuais e o basquete adaptado para cadeiras de rodas. As competições aconteceram dentro do objetivo dos jogos, que é a inclusão das pessoas com deficiência através do esporte.
A primeira competição do dia foi o vôlei de areia, na arena da Academia Eugênio Fortes – Ilhotas, onde duas equipes se enfrentaram. O segundo esporte do dia foi o basquete para deficientes intelectuais e a terceira modalidade foi o basquete de cadeira de rodas.
Uma disputa acirrada marcou os jogos do basquete para deficientes intelectuais, que aconteceram no Ginásio da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Cristina Leite. Foram cinco partidas de basquete, quatro na categoria masculina e uma na feminina para deficiência intelectual.
Foram quatro jogos com muita disputa, na categoria masculina, como afirmou o paratleta Jaelton Alcides, um dos cestinhas do basquete. “É muito bom participar de uma competição como esta”, afirmou. Ele vai concorrer também no atletismo. Outro paratleta completo é Denilson Silva, que compete no basquete, futsal, natação e atletismo. “Gosto muito de esportes e de competir”, frisou.
Uma das surpresas nos jogos da manhã foi Keline Lima e Silva que marcou 20 pontos na partida de basquete para deficientes intelectuais. “Gosto muito de basquete, por isso me esforço nas partidas”.
Outro jogo de alto nível foi o basquete de cadeira de rodas, a disputa das equipes 40 graus e a equipe da ASCAMTE – Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina. Em uma partida muito disputada a ASCAMTE venceu o time do 40 graus por 84 a 14.
Para o presidente da Federação de Esportes para Pessoa com Deficiência, Carlos Roberto Cavalcante, as competições têm correspondido às expectativas por causa do bom nível dos atletas. “O basquete e o badminton de cadeira de rodas é uma prova disdo, onde temos atletas de nível nacional. Por exemplo, o time da ASCAMTE é da primeira divisão do campeonato nacional”. Ele frisou que o objetivo da competição é identificar as potencialidades dos atletas e onde devem ser realizados os investimentos para o desenvolvimento do esporte para pessoa com deficiência. “Na Apae observamos que existem bons atletas com potencial”.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA PARAOLIMPÍADA:
Dia 2 de junho (quinta-feira)
9h - Vôlei DA (Consuelo Pinheiro) Apae: Rua Francisco Mendes, 290 - Porenquanto
10h - Futsal DI (Sesc-Ilhotas): Rua Heitor Castelo Branco, 3144, Ilhotas
A primeira competição do dia foi o vôlei de areia, na arena da Academia Eugênio Fortes – Ilhotas, onde duas equipes se enfrentaram. O segundo esporte do dia foi o basquete para deficientes intelectuais e a terceira modalidade foi o basquete de cadeira de rodas.
Uma disputa acirrada marcou os jogos do basquete para deficientes intelectuais, que aconteceram no Ginásio da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Cristina Leite. Foram cinco partidas de basquete, quatro na categoria masculina e uma na feminina para deficiência intelectual.
Foram quatro jogos com muita disputa, na categoria masculina, como afirmou o paratleta Jaelton Alcides, um dos cestinhas do basquete. “É muito bom participar de uma competição como esta”, afirmou. Ele vai concorrer também no atletismo. Outro paratleta completo é Denilson Silva, que compete no basquete, futsal, natação e atletismo. “Gosto muito de esportes e de competir”, frisou.
Uma das surpresas nos jogos da manhã foi Keline Lima e Silva que marcou 20 pontos na partida de basquete para deficientes intelectuais. “Gosto muito de basquete, por isso me esforço nas partidas”.
Outro jogo de alto nível foi o basquete de cadeira de rodas, a disputa das equipes 40 graus e a equipe da ASCAMTE – Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina. Em uma partida muito disputada a ASCAMTE venceu o time do 40 graus por 84 a 14.
Para o presidente da Federação de Esportes para Pessoa com Deficiência, Carlos Roberto Cavalcante, as competições têm correspondido às expectativas por causa do bom nível dos atletas. “O basquete e o badminton de cadeira de rodas é uma prova disdo, onde temos atletas de nível nacional. Por exemplo, o time da ASCAMTE é da primeira divisão do campeonato nacional”. Ele frisou que o objetivo da competição é identificar as potencialidades dos atletas e onde devem ser realizados os investimentos para o desenvolvimento do esporte para pessoa com deficiência. “Na Apae observamos que existem bons atletas com potencial”.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA PARAOLIMPÍADA:
Dia 2 de junho (quinta-feira)
9h - Vôlei DA (Consuelo Pinheiro) Apae: Rua Francisco Mendes, 290 - Porenquanto
10h - Futsal DI (Sesc-Ilhotas): Rua Heitor Castelo Branco, 3144, Ilhotas
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