Através de um árduo trabalho dos auditores da Controladoria-Geral do Estado (CGE), o Piauí teve uma economia de R$ 3.784.971,70 milhões relacionados a débitos confessados em GFIPs, que é a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. Tais débitos são referentes aos exercícios de janeiro de 2000 a outubro de 2008 de vários órgãos e secretarias que compõem o Estado.
O trabalho se deu através da análise e da retificação de algumas informações passadas e entendimentos mantidos com a Receita Federal do Brasil, através dos estudos jurídicos dos institutos da Prescrição e da Decadência, que visavam extinguir esses débitos junto ao governo do Piauí.
Segundo o Chefe da Controladoria, Antonio Filho, o trabalho é lento porque requer captura de memória e dados referentes a cada CNPJ dos órgãos envolvidos e análise de cada mês de competência confessada. “O fato é que é uma cultura nos Estados, não somente do Piauí, a não retenção e guarda dessas documentações ao longo dos anos”, comenta o controlador, salientando ainda a parceria importante com a Procuradoria Geral do Estado, em um trabalho relacionados às petições visando tal êxito.
De acordo com o Gerente de Acompanhamento de Gestão, Décio Gomes, esse trabalho vai ser reforçado agora, em outras análises, na meta dos 180 dias do governo, na esperança de que se consiga novamente diminuir esse ralo de recursos do erário.
O trabalho se deu através da análise e da retificação de algumas informações passadas e entendimentos mantidos com a Receita Federal do Brasil, através dos estudos jurídicos dos institutos da Prescrição e da Decadência, que visavam extinguir esses débitos junto ao governo do Piauí.
Imagem: Divulgação/GP1
Antonio Filho, chefe da CGE
Antonio Filho, chefe da CGESegundo o Chefe da Controladoria, Antonio Filho, o trabalho é lento porque requer captura de memória e dados referentes a cada CNPJ dos órgãos envolvidos e análise de cada mês de competência confessada. “O fato é que é uma cultura nos Estados, não somente do Piauí, a não retenção e guarda dessas documentações ao longo dos anos”, comenta o controlador, salientando ainda a parceria importante com a Procuradoria Geral do Estado, em um trabalho relacionados às petições visando tal êxito.
De acordo com o Gerente de Acompanhamento de Gestão, Décio Gomes, esse trabalho vai ser reforçado agora, em outras análises, na meta dos 180 dias do governo, na esperança de que se consiga novamente diminuir esse ralo de recursos do erário.
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