Um empresário dono de uma loja de material de construção, no Bairro Mão Santa, na Zona Leste de Teresina-PI, cujo nome não foi divulgado pela Polícia, se apresentou no 11º Distrito Policial de Teresina, onde confessou que matou atropelado com o seu carro, uma Pick-Up S-10 preta, no dia 15 de julho deste ano (2011), no Bairro Piçarreira, na Capital do Piauí (Teresina), os assaltantes Wagner Gomes Silva, vulgo “Paulista” e Geraldo Silva e Silva.
O empresário relatou ao delegado William Morais que “Paulista” e Geraldo estavam fugindo em uma motocicleta, após assaltar a sua loja, no Planalto Uruguai, onde eles ainda além de praticar o roubo, humilharam bastante a sua esposa. O proprietário da loja, na presença de um advogado que fez a sua apresentação à Polícia declarou que quando perseguia os dois bandidos, eles lhe reconheceram e atiraram contra o seu carro, tendo atingido a porta e foi quando então, resolveu atropelá-los. O empresário garante que agiu em legítima defesa.
Os dois acusados de assaltos foram mortos atropelados no início da noite do dia 15 de julho deste ano (2011), quando fugiam em uma moto, depois de assaltar a loja do empresário que se apresentou à Polícia e confessou ter atingido os dois assaltantes com o seu carro. O assaltante “Paulista” morreu no local e o seu comparsa Geraldo Silva veio a falecer no dia 16, quando já se encontrava no Hospital de Urgência de Teresina.
O chefe de plantão do 11º DP, Marcos Vinicius disse que o empresário vai responder pelo crime de duplo homicídio doloso porque não foi caracterizado um acidente, já que o empresário com o seu carro, teria passado várias vezes por cima dos dois assaltantes.
O acusado Geraldo Silva já tinha sido preso acusado de assassinar na cidade de Timon-MA, o jornalista e radialista Jorge Vieira. Já o acusado Wagner Gomes Silva, o “Paulista” teria sido o autor do tiro que matou durante um assalto na Agência dos Correios, no Conjunto Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina-PI, o Cabo da Polícia Militar do Piauí identificado por Sebastião.
Crime que Wagner era acusado
O Procurador da República no Piauí, Leonardo Carvalho Cavalcante de Oliveira denunciou à Justiça Federal pelo crime de latrocínio que vitimou o cabo-PM Sebastião, durante o assalto na Agência dos Correios do Conjunto Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina-PI, os réus André de Sousa Rodrigues que morreu em novembro de 2009 e Wagner Gomes Silva, o “Paulista”, que foi morto atropelado no dia 15 de julho de 2011, no Bairro Piçarreira.
O assalto a Agência dos Correios do Parque Piauí em que o cabo Sebastião foi morto por “Paulista” ocorreu por volta das 12h30min do dia 18 de dezembro de 2008. O militar reagiu ao roubo e foi morto com um tiro na cara.
O Ministério Público Federal, no dia 14 de setembro de 2010 requereu à Justiça Federal, a extinção de punibilidade do réu André de Sousa Rodrigues que veio a óbito, enquanto que no mesmo dia, pediu a condenação de Wagner Gomes Silva, o “Paulista” que teve prisão preventiva revogada pela Justiça Federal, no dia 17 de abril de 2009, mas continuou preso, por responder a outros crimes, mas agora, já havia ganhado liberdade e acabou sendo morto, na noite do 15 de julho de 2011.
O Procurador Leonardo Cavalcante pediu que Wagner Gomes Silva fosse condenado por crime de latrocínio, com base no artigo 157, parágrafo 3º (Crimes Contra o Patrimônio-Penal) e Resistência (artigo 329)-Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral (Direito Penal). O cabo Sebastião ainda travou luta com o acusado “Paulista” e acabou morto com um tiro no rosto, sendo que na época, os acusados André e “Paulista” fugiram levando o revólver que estava com o cabo, que pertence a Polícia Militar do Piauí.
O caso foi apurado pela Polícia Federal, que, constatou que um dos bandidos, no caso, “Paulista” entrou na Agência dos Correios e o outro ficou esperando do lado de fora, numa motocicleta. O crime obteve ampla repercussão na Capital do Piauí. O processo referente ao latrocínio em que Wagner Gomes Silva, o “Paulista” era acusado tramitou na 1ª Vara da Justiça Federal no Piauí, a cargo do juiz federal Gustavo André Oliveira dos Santos.
O processo é de número 2009.40.00.000245-6.
O empresário relatou ao delegado William Morais que “Paulista” e Geraldo estavam fugindo em uma motocicleta, após assaltar a sua loja, no Planalto Uruguai, onde eles ainda além de praticar o roubo, humilharam bastante a sua esposa. O proprietário da loja, na presença de um advogado que fez a sua apresentação à Polícia declarou que quando perseguia os dois bandidos, eles lhe reconheceram e atiraram contra o seu carro, tendo atingido a porta e foi quando então, resolveu atropelá-los. O empresário garante que agiu em legítima defesa.
Os dois acusados de assaltos foram mortos atropelados no início da noite do dia 15 de julho deste ano (2011), quando fugiam em uma moto, depois de assaltar a loja do empresário que se apresentou à Polícia e confessou ter atingido os dois assaltantes com o seu carro. O assaltante “Paulista” morreu no local e o seu comparsa Geraldo Silva veio a falecer no dia 16, quando já se encontrava no Hospital de Urgência de Teresina.
O chefe de plantão do 11º DP, Marcos Vinicius disse que o empresário vai responder pelo crime de duplo homicídio doloso porque não foi caracterizado um acidente, já que o empresário com o seu carro, teria passado várias vezes por cima dos dois assaltantes.
O acusado Geraldo Silva já tinha sido preso acusado de assassinar na cidade de Timon-MA, o jornalista e radialista Jorge Vieira. Já o acusado Wagner Gomes Silva, o “Paulista” teria sido o autor do tiro que matou durante um assalto na Agência dos Correios, no Conjunto Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina-PI, o Cabo da Polícia Militar do Piauí identificado por Sebastião.
Crime que Wagner era acusado
O Procurador da República no Piauí, Leonardo Carvalho Cavalcante de Oliveira denunciou à Justiça Federal pelo crime de latrocínio que vitimou o cabo-PM Sebastião, durante o assalto na Agência dos Correios do Conjunto Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina-PI, os réus André de Sousa Rodrigues que morreu em novembro de 2009 e Wagner Gomes Silva, o “Paulista”, que foi morto atropelado no dia 15 de julho de 2011, no Bairro Piçarreira.
O assalto a Agência dos Correios do Parque Piauí em que o cabo Sebastião foi morto por “Paulista” ocorreu por volta das 12h30min do dia 18 de dezembro de 2008. O militar reagiu ao roubo e foi morto com um tiro na cara.
O Ministério Público Federal, no dia 14 de setembro de 2010 requereu à Justiça Federal, a extinção de punibilidade do réu André de Sousa Rodrigues que veio a óbito, enquanto que no mesmo dia, pediu a condenação de Wagner Gomes Silva, o “Paulista” que teve prisão preventiva revogada pela Justiça Federal, no dia 17 de abril de 2009, mas continuou preso, por responder a outros crimes, mas agora, já havia ganhado liberdade e acabou sendo morto, na noite do 15 de julho de 2011.
O Procurador Leonardo Cavalcante pediu que Wagner Gomes Silva fosse condenado por crime de latrocínio, com base no artigo 157, parágrafo 3º (Crimes Contra o Patrimônio-Penal) e Resistência (artigo 329)-Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral (Direito Penal). O cabo Sebastião ainda travou luta com o acusado “Paulista” e acabou morto com um tiro no rosto, sendo que na época, os acusados André e “Paulista” fugiram levando o revólver que estava com o cabo, que pertence a Polícia Militar do Piauí.
O caso foi apurado pela Polícia Federal, que, constatou que um dos bandidos, no caso, “Paulista” entrou na Agência dos Correios e o outro ficou esperando do lado de fora, numa motocicleta. O crime obteve ampla repercussão na Capital do Piauí. O processo referente ao latrocínio em que Wagner Gomes Silva, o “Paulista” era acusado tramitou na 1ª Vara da Justiça Federal no Piauí, a cargo do juiz federal Gustavo André Oliveira dos Santos.
O processo é de número 2009.40.00.000245-6.
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