O diretor geral da ADH, Gilberto Medeiros, esteve recentemente em Brasília participando de uma reunião com representantes da Secretaria Nacional do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Ministério das Cidades e Caixa. Na pauta, os projetos que apresentam cláusulas suspensivas. No caso do Piauí, trata-se da Vila Irmã Dulce e do município de Floriano.
Segundo Gilberto Medeiros, a regularização fundiária e a urbanização são novas exigências do Ministério das Cidades/Caixa para a liberação de recursos para a construção de novas unidades habitacionais. Por conta disso, os projetos habitacionais da Vila Irmã Dulce e de Floriano estão parados, porque a ADH não está conseguindo atender a essas novas regras do Governo Federal.
“Fomos negociar com o Ministério das Cidades, Caixa e PAC uma solução para salvar os recursos destinados à construção das 248 unidades habitacionais previstas para a Vila Irmã Dulce e as 108 casas para Floriano, que seriam construídas através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS)", explica Gilberto Medeiros.
De acordo com o diretor, a preocupação da ADH é atender às famílias. “Tivemos um entendimento, onde o Ministério das Cidades cedeu alguns pontos em relação a questão da pavimentação. Antes seria em todo bairro, no caso da Vila Irmã Dulce, agora será apenas nas ruas onde serão construídas as novas casas”, declara ele.
Já em relação a Floriano, Gilberto Medeiros diz que o processo está sendo estudado, porque o local onde seriam construídas as casas não dispõe de pavimentação nenhuma. “Mas, a Caixa está tentando encontrar uma solução”, revela ele, acrescentando que em Brasília, ainda tratou dos programas SUB 50 e Crédito Solidário, ambos vão gerar novos projetos habitacionais para o Piauí.
Segundo Gilberto Medeiros, a regularização fundiária e a urbanização são novas exigências do Ministério das Cidades/Caixa para a liberação de recursos para a construção de novas unidades habitacionais. Por conta disso, os projetos habitacionais da Vila Irmã Dulce e de Floriano estão parados, porque a ADH não está conseguindo atender a essas novas regras do Governo Federal.
“Fomos negociar com o Ministério das Cidades, Caixa e PAC uma solução para salvar os recursos destinados à construção das 248 unidades habitacionais previstas para a Vila Irmã Dulce e as 108 casas para Floriano, que seriam construídas através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS)", explica Gilberto Medeiros.
De acordo com o diretor, a preocupação da ADH é atender às famílias. “Tivemos um entendimento, onde o Ministério das Cidades cedeu alguns pontos em relação a questão da pavimentação. Antes seria em todo bairro, no caso da Vila Irmã Dulce, agora será apenas nas ruas onde serão construídas as novas casas”, declara ele.
Já em relação a Floriano, Gilberto Medeiros diz que o processo está sendo estudado, porque o local onde seriam construídas as casas não dispõe de pavimentação nenhuma. “Mas, a Caixa está tentando encontrar uma solução”, revela ele, acrescentando que em Brasília, ainda tratou dos programas SUB 50 e Crédito Solidário, ambos vão gerar novos projetos habitacionais para o Piauí.
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