Toda a tropa de policiais militares do 14º Batalhão da Polícia Militar de Campo Maior, no Piauí, está reclusa no quartel daquela cidade. O Comando de Policiamento do Interior da PM determinou que todos os integrantes da tropa fossem presos por desobediência. Os integrantes se recusaram a viajar para a cidade de São Miguel do Tapuio-PI onde, nesta sexta-feira (12 de agosto de 2011), o governador do Piauí, Wilson Martins inaugura uma Companhia de Polícia e estava programado um desfile militar.
De acordo com o capitão Evandro Rodrigues, Presidente da Associação de Cabos e Soldados, o imbróglio começou porque 120 policiais militares de Teresina se recusaram a participar do evento em São Miguel do Tapuio. "Então, eles pensaram que poderiam levar o pessoal de Campo Maior, por lá ser uma cidade do interior, ninguém se queixaria, mas não conseguiram. Então o Coronel Jaime determinou a prisão de todos, do tenente ao soldado por desobediência", pontua.
A Associação explica que os 120 teresinenses, compostos por integrantes de grupos especiais e da Banda de Música, deviam viajar para São Miguel do Tapuio às 4h da manhã desta sexta-feira e chegaram a se apresentar para o embarque no CFAP, mas se recusaram por conta das diárias. “Em Campo Maior, o coronel Jaime e o Comandante do Batalhão, major Josinaldo, disseram para o sub-comandante, capitão Cléber, fazer a prisão, mas ele se recusa a dar voz de prisão à tropa”, afirma Evandro. O Presidente da Associação já seguiu para Campo Maior-PI com advogados a fim de liberar os policiais militares.
De acordo com o capitão Evandro Rodrigues, Presidente da Associação de Cabos e Soldados, o imbróglio começou porque 120 policiais militares de Teresina se recusaram a participar do evento em São Miguel do Tapuio. "Então, eles pensaram que poderiam levar o pessoal de Campo Maior, por lá ser uma cidade do interior, ninguém se queixaria, mas não conseguiram. Então o Coronel Jaime determinou a prisão de todos, do tenente ao soldado por desobediência", pontua.
A Associação explica que os 120 teresinenses, compostos por integrantes de grupos especiais e da Banda de Música, deviam viajar para São Miguel do Tapuio às 4h da manhã desta sexta-feira e chegaram a se apresentar para o embarque no CFAP, mas se recusaram por conta das diárias. “Em Campo Maior, o coronel Jaime e o Comandante do Batalhão, major Josinaldo, disseram para o sub-comandante, capitão Cléber, fazer a prisão, mas ele se recusa a dar voz de prisão à tropa”, afirma Evandro. O Presidente da Associação já seguiu para Campo Maior-PI com advogados a fim de liberar os policiais militares.
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