O desembargador Edvaldo Moura, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, está fazendo a intermediação entre o Comando da Polícia Militar (PM) e o comando de greve, para determinar o retorno de todos os policiais às atividades. A participação de Edvaldo atendeu a uma sugestão do governador Wilson Martins.
No sábado, a greve foi considerada ilegal pela própria Justiça, mas muitos policiais seguem sem trabalhar. A decisão de ilegalidade também determinava o imediato retorno ao trabalho, sob pena de punição dos grevistas. Ficou estabelecida uma multa de R$ 10 mil reais por dia, a ser paga por cada uma das três associações que dão sustentação ao movimento.
A decisão da Justiça fez que muitos policiais retornassem às atividades já no sábado à noite. Um exemplo: em Teresina, mais da metade das viaturas voltaram a circular, somando-se ao contingente da Força Nacional, solicitada pelo governador Wilson Martins como forma de garantir a segurança da população.
Apesar da ilegalidade e da maior presença de policiais em serviço, as associações seguiram estimulando a paralisação, culminando com uma tentativa, na terça-feira à noite, de impedir que PMs fizessem a segurança da Casa de Custódia. “Sempre estivemos abertos ao diálogo, mas a presença do presidente do Tribunal de Justiça ajuda nesse entendimento que visa por fim à greve e manter a normalidade dos serviços de segurança”, disse o Procurador Geral do Estado, Kildere Souza, que desde maio integra a comissão de negociação.
Para ele, o desembargador Edvaldo tem a credibilidade da principal instituição judicial do Estado, exatamente onde foi decidido pela ilegalidade do movimento. “O que o governo quer é que a população tenha a segurança que busca e merece”, disse Kildere.
Imagem: Reprodução
Desembargador Edvaldo Moura
Desembargador Edvaldo MouraNo sábado, a greve foi considerada ilegal pela própria Justiça, mas muitos policiais seguem sem trabalhar. A decisão de ilegalidade também determinava o imediato retorno ao trabalho, sob pena de punição dos grevistas. Ficou estabelecida uma multa de R$ 10 mil reais por dia, a ser paga por cada uma das três associações que dão sustentação ao movimento.
A decisão da Justiça fez que muitos policiais retornassem às atividades já no sábado à noite. Um exemplo: em Teresina, mais da metade das viaturas voltaram a circular, somando-se ao contingente da Força Nacional, solicitada pelo governador Wilson Martins como forma de garantir a segurança da população.
Apesar da ilegalidade e da maior presença de policiais em serviço, as associações seguiram estimulando a paralisação, culminando com uma tentativa, na terça-feira à noite, de impedir que PMs fizessem a segurança da Casa de Custódia. “Sempre estivemos abertos ao diálogo, mas a presença do presidente do Tribunal de Justiça ajuda nesse entendimento que visa por fim à greve e manter a normalidade dos serviços de segurança”, disse o Procurador Geral do Estado, Kildere Souza, que desde maio integra a comissão de negociação.
Para ele, o desembargador Edvaldo tem a credibilidade da principal instituição judicial do Estado, exatamente onde foi decidido pela ilegalidade do movimento. “O que o governo quer é que a população tenha a segurança que busca e merece”, disse Kildere.
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