O coordenador da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade, Jorge Gerdau, afirmou nesta sexta-feira (19) que serão implementados novos métodos de concorrência no Ministério dos Transportes para reduzir as possibilidades de corrupção na pasta. Em julho, Alfredo Nascimento pediu demissão da chefia do ministério após denúncias de desvio de recursos e irregularidades em licitações.
Segundo Gerdau, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é uma peça “chave” na busca por maior transparência no Ministério dos Transportes. “Estamos entrando, fazendo essa construção no Ministério dos Transportes e o DNIT é o ponto chave nesse processo e isso vai estruturar de tal forma os métodos de concorrência, os métodos de transparência, que, indiscutivelmente, vai dar maior segurança ao processo como um todo”, afirmou.
A cúpula do DNIT foi demitida no mês passado após denúncia de que representantes do PR, partido ao qual pertence Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
Gerdau disse ainda que a ocorrência de corrupção nos ministérios pode ser reduzida se houver “liderança forte, conhecimento dos problemas, e sistema de gestão com transparência”.
“Eu acho que a sistemática com transparência e de uma forma absolutamente pública, acho que a possibilidade de corrupção se reduz enormemente. Há possibilidade de melhoria significativa quando a liderança quer”, disse.
O empresário destacou que a Câmara de Gestão não é “fiscal” de corrupção, mas pode reduzir a ocorrência de irregularidades. “A nossa função não é especificamente trabalhar sobre corrupção. Não somos fiscais diretamente desse tema, nossa função é trabalhar metodologias e desenhos de processo que dão condições de transparência tais que realmente as possibilidades de ter coisas erradas diminuem enormemente.”
Demissões
Desde o início do governo da presidente Dilma Rousseff, três ministros deixaram o cargo após denúncias de irregularidades. Nesta quarta (17), Wagner Rossi pediu demissão do Ministério da Agricultura depois de uma série de denúncias de corrupção. Ele será substituído pelo atual líder do governo no Congresso, deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS).
Gerdau participou da 4ª reunião da Câmara de Gestão, Desempenho e Competividade, no Palácio do Planalto. Além de Gerdau, participaram da reunião, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, os empresários Abílio Diniz, dono da Companhia Brasileira de Distribuição, que inclui a rede Pão de Açúcar e Extra, Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano Papel e Celulose e Henri Philippe Reichstul, ex-presidente da Petrobras, que também integram o órgão.
Segundo Gerdau, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é uma peça “chave” na busca por maior transparência no Ministério dos Transportes. “Estamos entrando, fazendo essa construção no Ministério dos Transportes e o DNIT é o ponto chave nesse processo e isso vai estruturar de tal forma os métodos de concorrência, os métodos de transparência, que, indiscutivelmente, vai dar maior segurança ao processo como um todo”, afirmou.
A cúpula do DNIT foi demitida no mês passado após denúncia de que representantes do PR, partido ao qual pertence Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
Gerdau disse ainda que a ocorrência de corrupção nos ministérios pode ser reduzida se houver “liderança forte, conhecimento dos problemas, e sistema de gestão com transparência”.
“Eu acho que a sistemática com transparência e de uma forma absolutamente pública, acho que a possibilidade de corrupção se reduz enormemente. Há possibilidade de melhoria significativa quando a liderança quer”, disse.
O empresário destacou que a Câmara de Gestão não é “fiscal” de corrupção, mas pode reduzir a ocorrência de irregularidades. “A nossa função não é especificamente trabalhar sobre corrupção. Não somos fiscais diretamente desse tema, nossa função é trabalhar metodologias e desenhos de processo que dão condições de transparência tais que realmente as possibilidades de ter coisas erradas diminuem enormemente.”
Demissões
Desde o início do governo da presidente Dilma Rousseff, três ministros deixaram o cargo após denúncias de irregularidades. Nesta quarta (17), Wagner Rossi pediu demissão do Ministério da Agricultura depois de uma série de denúncias de corrupção. Ele será substituído pelo atual líder do governo no Congresso, deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS).
Gerdau participou da 4ª reunião da Câmara de Gestão, Desempenho e Competividade, no Palácio do Planalto. Além de Gerdau, participaram da reunião, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, os empresários Abílio Diniz, dono da Companhia Brasileira de Distribuição, que inclui a rede Pão de Açúcar e Extra, Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano Papel e Celulose e Henri Philippe Reichstul, ex-presidente da Petrobras, que também integram o órgão.
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