Os agentes comunitários de mediação do Grande Dirceu, na zona Sudeste de Teresina, que atuam no Projeto da Justiça Comunitária, estiveram reunidos na noite desta quinta-feira (18), com a defensora pública geral do Estado, Norma Lavenère, para discutir o andamento das ações naquela região. Também estiveram presentes ao encontro o coordenador do Projeto, Edécio Mota; e Carla Lima, representante do Pronasci no Piauí.
A reunião aconteceu no auditório da Fundalegis, no bairro Dirceu Arcoverde, com os 30 moradores daquela região que foram capacitados em dezembro do ano passado para serem Agentes Comunitários de Mediação. Todos foram selecionados pela equipe multidisciplinar do projeto, juntamente com a Associação de Moradores do Itararé (AMI), com o objetivo de preparação desses agentes para trabalhar junto aos moradores do bairro Dirceu Arcoverde.
“Neste encontro estamos acertando todos os detalhes para o bom andamento do projeto, lembrando, também, a todos os agentes comunitários que após fazer as conciliações é preciso encaminhar um relatório dos atendimentos para os defensores que atendem no Núcleo do Dirceu”, disse Norma Lavenère, acrescentando que além da conciliação nos conflitos entre moradores, o projeto pretende promover, ainda, uma cadeia cooperativa.
Nos próximos dias, todos os mediadores serão recadastrados, receberão uma carteira de identificação e material de divulgação. Também será feita uma campanha de divulgação para que a comunidade faça uso do Projeto Justiça Comunitária e resolva seus conflitos. “Este projeto me encanta e fascina pelo simples fato da própria comunidade resolver os conflitos, sem a necessidade de ir a uma delegacia ou tribunal”, completou a defensora geral.
O Projeto - O Justiça Comunitária nasceu a partir da experiência advinda do Juizado Especial Cível Itinerante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o qual busca atender as comunidades com dificuldades de acesso à justiça formal. Trata-se de um programa que estimula a própria comunidade construir e escolher seus caminhos para a realização da Justiça, de maneira pacífica e solidária.
Os agentes comunitários de Justiça e Cidadania são capacitados para realizar as seguintes atividades na comunidade em que vivem, sendo elas: Educação para os direitos; mediação comunitária de conflitos e animação de redes sociais. O projeto é financiado pelo Ministério da Justiça, através de convênio federal.
A reunião aconteceu no auditório da Fundalegis, no bairro Dirceu Arcoverde, com os 30 moradores daquela região que foram capacitados em dezembro do ano passado para serem Agentes Comunitários de Mediação. Todos foram selecionados pela equipe multidisciplinar do projeto, juntamente com a Associação de Moradores do Itararé (AMI), com o objetivo de preparação desses agentes para trabalhar junto aos moradores do bairro Dirceu Arcoverde.
“Neste encontro estamos acertando todos os detalhes para o bom andamento do projeto, lembrando, também, a todos os agentes comunitários que após fazer as conciliações é preciso encaminhar um relatório dos atendimentos para os defensores que atendem no Núcleo do Dirceu”, disse Norma Lavenère, acrescentando que além da conciliação nos conflitos entre moradores, o projeto pretende promover, ainda, uma cadeia cooperativa.
Nos próximos dias, todos os mediadores serão recadastrados, receberão uma carteira de identificação e material de divulgação. Também será feita uma campanha de divulgação para que a comunidade faça uso do Projeto Justiça Comunitária e resolva seus conflitos. “Este projeto me encanta e fascina pelo simples fato da própria comunidade resolver os conflitos, sem a necessidade de ir a uma delegacia ou tribunal”, completou a defensora geral.
O Projeto - O Justiça Comunitária nasceu a partir da experiência advinda do Juizado Especial Cível Itinerante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o qual busca atender as comunidades com dificuldades de acesso à justiça formal. Trata-se de um programa que estimula a própria comunidade construir e escolher seus caminhos para a realização da Justiça, de maneira pacífica e solidária.
Os agentes comunitários de Justiça e Cidadania são capacitados para realizar as seguintes atividades na comunidade em que vivem, sendo elas: Educação para os direitos; mediação comunitária de conflitos e animação de redes sociais. O projeto é financiado pelo Ministério da Justiça, através de convênio federal.
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