Na assembléia geral extraordinária convocada para esta quarta-feira (03), os delegados podem decidir paralisar suas atividades. Esta seria a primeira greve da categoria no Estado do Piauí. A paralisação dos delegados, por conseqüência, faria com que praticamente todo o trabalho da Polícia Civil ficasse parado, pois os agentes, escrivães e peritos trabalham de acordo com as orientações dos delegados.
A categoria reclama de corte de salário e se considera discriminada pelo governo. “Nós não vamos aceitar discriminação. A gente trabalha sem saber exatamente quanto vai receber de remuneração, pois a cada mês sofremos reduções nos nossos pagamentos. Queremos o mesmo tratamento dado a outras carreiras típicas de Estado, como Auditor Fiscal e Auditor Governamental e que o Governo do Estado remeta à Assembleia Legislativa projeto de lei neste sentido, conforme compromisso assinado, de próprio punho, pelo governador Wilson Martins há mais de um ano e até agora não cumprido”, reclamou Sebastião Alencar, presidente do Sindicato dos Delegados do Piauí (Sindepol).
Outra reivindicação do Sindepol é a convocação de delegados concursados para preencher as vagas existentes no interior do Estado. No concurso realizado em 2009, mais de 80 candidatos classificados foram treinados pela Academia de Polícia, mas até o momento apenas 37 foram nomeados. “Existem mais de 190 municípios sem delegado e toda a demanda destes municípios está sobrecarregando os poucos delegados que trabalham no interior. Todos estes delegados respondem por várias cidades, o que torna o serviço pouco eficiente”, criticou Alencar.
Na pauta da assembléia estão ainda a necessidade de concurso público para agentes e escrivães, melhoria na estrutura da Polícia Civil com aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. A assembléia geral vai acontecer no auditório do Centro Artesanal de Teresina, às 09:00 horas da manhã.
A categoria reclama de corte de salário e se considera discriminada pelo governo. “Nós não vamos aceitar discriminação. A gente trabalha sem saber exatamente quanto vai receber de remuneração, pois a cada mês sofremos reduções nos nossos pagamentos. Queremos o mesmo tratamento dado a outras carreiras típicas de Estado, como Auditor Fiscal e Auditor Governamental e que o Governo do Estado remeta à Assembleia Legislativa projeto de lei neste sentido, conforme compromisso assinado, de próprio punho, pelo governador Wilson Martins há mais de um ano e até agora não cumprido”, reclamou Sebastião Alencar, presidente do Sindicato dos Delegados do Piauí (Sindepol).
Outra reivindicação do Sindepol é a convocação de delegados concursados para preencher as vagas existentes no interior do Estado. No concurso realizado em 2009, mais de 80 candidatos classificados foram treinados pela Academia de Polícia, mas até o momento apenas 37 foram nomeados. “Existem mais de 190 municípios sem delegado e toda a demanda destes municípios está sobrecarregando os poucos delegados que trabalham no interior. Todos estes delegados respondem por várias cidades, o que torna o serviço pouco eficiente”, criticou Alencar.
Na pauta da assembléia estão ainda a necessidade de concurso público para agentes e escrivães, melhoria na estrutura da Polícia Civil com aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. A assembléia geral vai acontecer no auditório do Centro Artesanal de Teresina, às 09:00 horas da manhã.

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