Nesta segunda, dia 22, os Trabalhadores e Trabalhadoras do Acampamento Salitre Chileno I, fazem manifestação na sede da Superintendência do INCRA-PI, a atividade faz parte da programação da Jornada Nacional de Lutas, que está acontecendo em todo o país a partir do dia 17 e vai até dia 26 deste, com manifestação nacional dia 24 em Brasília.
As famílias se encontram acampadas na BR 316 Km 25 município de Demerval Lobão, desde 18 de janeiro de 2007, reivindicando as Terras da Fazenda Bacuri – Data Olho D’água, município de Demerval Lobão, processo de 25 de outubro de 2007, com identificação de nº 54380.002644/2007-19.
Segundo os acampados, há mais de ano o INCRA deu um laudo técnico favorável a desapropriação, mas até hoje não assentou as Famílias, que hoje são mais de 80 famílias. “A terra tem que cumprir seu papel social, se é improdutiva, já comprovada pelo INCRA, tem que ser desapropriada e entregue as famílias acampadas”, finalizou um dos acampados.
Os acampados vão forçar uma audiência com o superintendente, e solicitar a regularização da distribuição de cestas básicas e água para o acampamento e o imediato assentamento das famílias acampadas. Lutamos por: Terra para quem nela trabalha; Reforma agrária já; Em defesa do Meio Ambiente, patrimônio e dos recursos naturais do Brasil; Contra o novo Código Florestal; Contra toda forma de discriminação e opressão.
As famílias se encontram acampadas na BR 316 Km 25 município de Demerval Lobão, desde 18 de janeiro de 2007, reivindicando as Terras da Fazenda Bacuri – Data Olho D’água, município de Demerval Lobão, processo de 25 de outubro de 2007, com identificação de nº 54380.002644/2007-19.
Segundo os acampados, há mais de ano o INCRA deu um laudo técnico favorável a desapropriação, mas até hoje não assentou as Famílias, que hoje são mais de 80 famílias. “A terra tem que cumprir seu papel social, se é improdutiva, já comprovada pelo INCRA, tem que ser desapropriada e entregue as famílias acampadas”, finalizou um dos acampados.
Os acampados vão forçar uma audiência com o superintendente, e solicitar a regularização da distribuição de cestas básicas e água para o acampamento e o imediato assentamento das famílias acampadas. Lutamos por: Terra para quem nela trabalha; Reforma agrária já; Em defesa do Meio Ambiente, patrimônio e dos recursos naturais do Brasil; Contra o novo Código Florestal; Contra toda forma de discriminação e opressão.
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