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Piauí

Representante da empresa Coca-Cola diz que não houve intenção de apropriação do nome cajuína

O representante dos Garçons lamentou que a Coca-Cola, instalada há 20 anos no Piauí, somente agora tivesse se lembrado de colocar aroma de Cajuína em seus refrigerantes.

Em audiência pública realizada pela Assembléia Legislativa do Piauí na tarde de ontem (23), no plenarinho, para debater o uso da palavra Cajuína em rótulo de refrigerante da Coca-Cola, representante da empresa afirmou que não houve a intenção de apropriação do nome Cajuína, pois no registro consta “aromatizante de sabor cajuína”. O representante do Ministério da Agricultura explicou o que cabe ao órgão e o que é fiscalizado pela Anvisa – Agências Nacional de Vigilância Sanitária, no caso a questão dos aromatizantes.

O representante dos Garçons lamentou que a Coca-Cola, instalada há 20 anos no Piauí, somente agora tivesse se lembrado de colocar aroma de Cajuína em seus refrigerantes. A representante do Iphan considerou prejudicial ao Piauí o uso da palavra cajuína no rótulo do novo refrigerante da Coca-Cola.

A deputada Margarete Coelho (PP), rebateu colocações do representante da Coca-Cola, que falou em uso de “brechas da lei”. Para ela, a lei não tem brechas. Coca-Cola é Coca-Cola e Cajuína é Cajuína”, salientou. 

A audiência contou com as presenças apenas das deputadas Flora Izabel e Margarete Coelho, e do deputado Cícero Magalhães (PT). Em discurso proferido hoje (25) no plenário da Assembleia a deputada Flora Izabel informou que a empresa voltou atrás e não usará mais o nome cajuína.

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