De acordo com as investigações da Polícia Civil realizadas até o momento, o principal suspeito de matar a universitária Fernanda Lages Veras, 19 anos, cujo corpo foi encontrado na manhã do dia 25 de agosto deste ano (2011), no terraço de um prédio do Ministério Público Federal que está em construção, na Avenida João XXIII, na Zona Leste da Capital do Piauí (Teresina) trabalharia na obra de um prédio do Tribunal Regional do Trabalho, que fica ao lado do prédio do MPF. A Polícia Civil chegou a essa conclusão após tomar o depoimento do vigilante Domingos Pereira da Silva, que trabalha no prédio do TRT. O nome do suspeito está sendo mantido em sigilo para evitar ser cometida injustiça e para não prejudicar as diligências que estão em andamento.
Policiais que participam da investigação, que pediram sigilo de seus nomes afirmam que o suspeito do crime tinha cargo na obra. As investigações também apontam que o crime foi passional. A família da estudante do Curso de Direito, Fernanda Lages já teria sido informada da solução do crime. O delegado Mamede Rodrigues Neto, titular do 5º Distrito Policial, no Bairro São João, responsável pelo inquérito que apura o bárbaro crime, vai solicitar à Justiça, a decretação da prisão preventiva do suspeito do assassinato. O corpo da estudante Fernanda Lages foi encontrado com pancadas desferidas com barra de ferro em um dos seus braços e na cabeça. O seu carro, um Fiat, foi encontrado estacionado em frente ao portão do prédio do MPF que está em construção, na Avenida João XXIII. A família da universitária chegou a pedir ajuda ao governador Wilson Martins para o crime ser desvendado. Fernanda Lages, minutos antes de ser encontrada morta havia estado ingerindo bebidas com amigos, no Bar do Pernambuco, na Avenida Miguel Rosa, na Zona Norte de Teresina. Fernanda Lages era filha do ex-vereador do Município de Barras-PI, Paulo César Veras Lages, que é agropecuarista. O corpo da estudante depois de submetido a exames no IML, em Teresina-PI, foi trasladado para a cidade de Barras-PI, a 119 km da Capital do Piauí, na Região Norte do Estado, onde foi velado e sepultado no dia 26 deste mês (agosto de 2011).
Policiais que participam da investigação, que pediram sigilo de seus nomes afirmam que o suspeito do crime tinha cargo na obra. As investigações também apontam que o crime foi passional. A família da estudante do Curso de Direito, Fernanda Lages já teria sido informada da solução do crime. O delegado Mamede Rodrigues Neto, titular do 5º Distrito Policial, no Bairro São João, responsável pelo inquérito que apura o bárbaro crime, vai solicitar à Justiça, a decretação da prisão preventiva do suspeito do assassinato. O corpo da estudante Fernanda Lages foi encontrado com pancadas desferidas com barra de ferro em um dos seus braços e na cabeça. O seu carro, um Fiat, foi encontrado estacionado em frente ao portão do prédio do MPF que está em construção, na Avenida João XXIII. A família da universitária chegou a pedir ajuda ao governador Wilson Martins para o crime ser desvendado. Fernanda Lages, minutos antes de ser encontrada morta havia estado ingerindo bebidas com amigos, no Bar do Pernambuco, na Avenida Miguel Rosa, na Zona Norte de Teresina. Fernanda Lages era filha do ex-vereador do Município de Barras-PI, Paulo César Veras Lages, que é agropecuarista. O corpo da estudante depois de submetido a exames no IML, em Teresina-PI, foi trasladado para a cidade de Barras-PI, a 119 km da Capital do Piauí, na Região Norte do Estado, onde foi velado e sepultado no dia 26 deste mês (agosto de 2011).
Ver todos os comentários | 0 |