A morte da universitária Fernanda Lages, de 19 anos, na obra do Ministério Público Federal na Avenida João XXIII, zona Leste de Teresina, na quinta-feira (25), vem gerando muitas especulações e hipóteses que confundem a população e principalmente o trabalho de investigação da polícia.
Alguns meios de comunicação vêm fazendo sensacionalismo e trazendo várias especulações sobre a morte da universitária, que ocorreu em circunstâncias misteriosas. Um desses meios trabalha com televisão, jornal e um portal de notícias. Apesar de ser a mesma empresa de comunicação, todos vem divulgando matérias contraditórias.
Um jornalista dessa empresa divulgou nessa segunda-feira (29), várias hipóteses. Ele faz o trabalho para ambos os meios, e em cada meio, ele divulga uma informação diferente.
Esse jornalista já divulgou que o assassino seria um engenheiro ou uma pessoa que já teve um cargo público, e ainda disse que ele teria ido chorar no caixão da vítima. Para completar, afirmou que a polícia já sabe quem é o assassino e que já estava sendo solicitada a sua prisão preventiva. Tudo isso foi divulgado no portal e no jornal que o jornalista escreve.
E se não bastasse toda essa especulação, ele ainda divulgou ‘ao vivo’, a um programa de televisão na mesma empresa, que agora a polícia trabalha com a hipótese de suicídio. Contradizendo com tudo que havia dito. Tudo isso em um período de menos de 24h.
O pior é que não é somente este jornalista, mas outros meios também vêm gerando especulações sobre o caso e citando várias fontes da polícia. A mesma polícia que vem negando todas essas teorias.
E esse é o problema. Uma notícia de grande repercussão atrai mais atenção, e os meios de comunicação sentem a necessidade de produzir mais matérias sobre o assunto e com isso especulam de maneira inapropriada sobre um assunto tão grave. E quem perde com tudo isso é a população e a família da vítima.
Tantas especulações geram comoção e ao mesmo tempo deixa a população sem saber qual é a verdade. Vai chegar ao ponto de que quando for divulgada oficialmente a versão sobre o que aconteceu, a sociedade é capaz de não acreditar, afinal, parece muito mais interessante quando se criam ‘teorias conspiratórias’.
A polícia também vem sofrendo com essas especulações, porque acaba gerando muita pressão para solucionar o caso e desmentir as diversas histórias que vem surgindo diariamente. E a pressão tem sido tão grande que o delegado encarregado do caso, Mamede Rodrigues do 5º DP, repassou o cargo para a Comissão Investigadora do Crime Organizado. Ele alegou falta de estrutura para seguir com o caso.
O portal GP1 vem tratando o tema com cautela e sem especulações. Tudo isso em respeito à família e principalmente ao nosso leitor, que merece uma notícia com credibilidade e que seja de acordo com a verdade. O que a polícia vem repassando para a imprensa tem sido respeitado e a notícia é repassada sem teorias ou hipóteses, e sim com os fatos.
E os fatos são: Fernanda Lages foi encontrada morta em uma obra do Ministério Público Federal. Ela apresentou várias escoriações e um sinal de pancada na cabeça. A polícia já colheu vários depoimentos, entre eles do ex-namorado da vítima e dos vigilantes que encontraram o corpo, que são considerados uma das peças chaves na investigação. O laudo que vai determinar a morte da jovem ainda não saiu. Esses são os fatos. O resto é especulação.
Alguns meios de comunicação vêm fazendo sensacionalismo e trazendo várias especulações sobre a morte da universitária, que ocorreu em circunstâncias misteriosas. Um desses meios trabalha com televisão, jornal e um portal de notícias. Apesar de ser a mesma empresa de comunicação, todos vem divulgando matérias contraditórias.
Um jornalista dessa empresa divulgou nessa segunda-feira (29), várias hipóteses. Ele faz o trabalho para ambos os meios, e em cada meio, ele divulga uma informação diferente.
Esse jornalista já divulgou que o assassino seria um engenheiro ou uma pessoa que já teve um cargo público, e ainda disse que ele teria ido chorar no caixão da vítima. Para completar, afirmou que a polícia já sabe quem é o assassino e que já estava sendo solicitada a sua prisão preventiva. Tudo isso foi divulgado no portal e no jornal que o jornalista escreve.
E se não bastasse toda essa especulação, ele ainda divulgou ‘ao vivo’, a um programa de televisão na mesma empresa, que agora a polícia trabalha com a hipótese de suicídio. Contradizendo com tudo que havia dito. Tudo isso em um período de menos de 24h.
O pior é que não é somente este jornalista, mas outros meios também vêm gerando especulações sobre o caso e citando várias fontes da polícia. A mesma polícia que vem negando todas essas teorias.
E esse é o problema. Uma notícia de grande repercussão atrai mais atenção, e os meios de comunicação sentem a necessidade de produzir mais matérias sobre o assunto e com isso especulam de maneira inapropriada sobre um assunto tão grave. E quem perde com tudo isso é a população e a família da vítima.
Tantas especulações geram comoção e ao mesmo tempo deixa a população sem saber qual é a verdade. Vai chegar ao ponto de que quando for divulgada oficialmente a versão sobre o que aconteceu, a sociedade é capaz de não acreditar, afinal, parece muito mais interessante quando se criam ‘teorias conspiratórias’.
A polícia também vem sofrendo com essas especulações, porque acaba gerando muita pressão para solucionar o caso e desmentir as diversas histórias que vem surgindo diariamente. E a pressão tem sido tão grande que o delegado encarregado do caso, Mamede Rodrigues do 5º DP, repassou o cargo para a Comissão Investigadora do Crime Organizado. Ele alegou falta de estrutura para seguir com o caso.
O portal GP1 vem tratando o tema com cautela e sem especulações. Tudo isso em respeito à família e principalmente ao nosso leitor, que merece uma notícia com credibilidade e que seja de acordo com a verdade. O que a polícia vem repassando para a imprensa tem sido respeitado e a notícia é repassada sem teorias ou hipóteses, e sim com os fatos.
E os fatos são: Fernanda Lages foi encontrada morta em uma obra do Ministério Público Federal. Ela apresentou várias escoriações e um sinal de pancada na cabeça. A polícia já colheu vários depoimentos, entre eles do ex-namorado da vítima e dos vigilantes que encontraram o corpo, que são considerados uma das peças chaves na investigação. O laudo que vai determinar a morte da jovem ainda não saiu. Esses são os fatos. O resto é especulação.

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