Alunos da rede municipal de ensino que enfrentam dificuldade na aprendizagem foram tema de reunião de planejamento mensal, nesta quinta (4) e sexta-feira (5), entre os professores da Prefeitura de Teresina que atuam no projeto Apoio Pedagógico Específico (APE) nas escolas. Várias temáticas foram desenvolvidas durante o encontro, como Consciência Fonológica e Aprendizagem da Língua Escrita, desenvolvida pela professora Lina Carvalho, da Universidade Federal do Piauí.
Promovido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal da Educação (Semec), a APE tem o propósito de identificar os alunos com dificuldade de assimilar conhecimentos e suas causas. Lina Carvalho expôs tese de doutorado que desenvolveu na Escola Municipal Alda Neiva, onde analisou os métodos pedagógicos e fez intervenções com os alunos.
Os participantes do encontro se concentraram no tema Eu e as manifestações folclóricas, pelo qual discutiram gêneros textuais que serão trabalhados em sala de aula, como poesia, anúncio, notícia, trava-língua e lendas. O foco este mês será o aniversário de Teresina. As produções de textos estão voltadas para a capital, como forma de levar ludicidade às atividades e homenagear a capital.
Segundo Marilene Amorim, membro da Divisão de Educação Inclusiva da Semec, o momento é de troca de experiências. "As formações específicas para professores de APE são importantes para revelar se estamos tendo avanços com os métodos e atualizar nossas práticas. O foco do projeto é alfabetizar, então, estamos sempre em busca de novas atividades, para que o aluno tenha vontade de aprender", explica.
Os alunos com dificuldade de aprendizagem da rede municipal, além das aulas regulares, frequentam a sala especial duas vezes por semana, no contraturno, com o intuito de reforçar os conteúdos, mas com atividades mais divertidas que despertam o interesse do aluno que não consegue acompanhar o aprendizado junto com a turma. Atualmente, a Divisão de Educação Inclusiva da Semec, atua com mais de 15 ações entre projetos e formações em todas as áreas de inclusão.
Promovido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal da Educação (Semec), a APE tem o propósito de identificar os alunos com dificuldade de assimilar conhecimentos e suas causas. Lina Carvalho expôs tese de doutorado que desenvolveu na Escola Municipal Alda Neiva, onde analisou os métodos pedagógicos e fez intervenções com os alunos.
Os participantes do encontro se concentraram no tema Eu e as manifestações folclóricas, pelo qual discutiram gêneros textuais que serão trabalhados em sala de aula, como poesia, anúncio, notícia, trava-língua e lendas. O foco este mês será o aniversário de Teresina. As produções de textos estão voltadas para a capital, como forma de levar ludicidade às atividades e homenagear a capital.
Segundo Marilene Amorim, membro da Divisão de Educação Inclusiva da Semec, o momento é de troca de experiências. "As formações específicas para professores de APE são importantes para revelar se estamos tendo avanços com os métodos e atualizar nossas práticas. O foco do projeto é alfabetizar, então, estamos sempre em busca de novas atividades, para que o aluno tenha vontade de aprender", explica.
Os alunos com dificuldade de aprendizagem da rede municipal, além das aulas regulares, frequentam a sala especial duas vezes por semana, no contraturno, com o intuito de reforçar os conteúdos, mas com atividades mais divertidas que despertam o interesse do aluno que não consegue acompanhar o aprendizado junto com a turma. Atualmente, a Divisão de Educação Inclusiva da Semec, atua com mais de 15 ações entre projetos e formações em todas as áreas de inclusão.
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