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Policiais militares do Piauí realizam manifestação e podem deflagar movimento Polícia Legal

Todos estes pontos já foram repassados ao secretário estadual de administração, Paulo Ivan, no dia 14 de julho, mas não se obteve resposta quanto à pauta.

Acontece nesta terça-feira (09), a partir das 8 horas da manhã, no Teatro de Arena, mais uma manifestação com Policiais Militares e Bombeiros Militares. O movimento procura um entendimento com governo estadual para que sejam atendidas as seguintes reivindicações: o aumento no valor das diárias pagos atualmente pelo governo estadual, o aumento no valor do tiquet-alimentação, melhores condições de trabalho e estrutura física e ainda a isonomia salarial entre a categoria e policiais civis do Piauí. Todos estes pontos já foram repassados ao secretário estadual de administração, Paulo Ivan, no dia 14 de julho, mas não se obteve resposta quanto à pauta.

Ainda na semana passada, policiais e bombeiros militares estiveram reunidos em frente ao Palácio de Karnak no intuito de agendar conversas com o governo para que as reivindicações sejam atendidas. Também procuraram o Ministério Público do Estado e na Ordem dos Advogados do Piauí. Na ocasião, acompanhados pelo vereador R.Silva, representantes de entidades policiais e advogados das categorias relataram ao presidente da ordem, Sigifroi Moreno, que devem iniciar as pressões contra o governo estadual a partir do cumprimento de ordens e obrigações apenas previstas em lei. Exemplo disto, é que se um policial for chamado para atender uma ocorrência só realizará este atendimento se estiver devidamente protegido, com coletes, armamentos e viaturas compatíveis com suas carteiras de habilitações, tudo isso já previsto em lei.

Para as associações de policiais e bombeiros militares, o que acontece é que diversas vezes, estes servidores colocam suas vidas em risco para dá um resultado a população, e nem mesmo os itens mais básicos que constam na lei, como medidas de proteção de PM’s e BM’s, são adotadas na corporação. “ Já que os militares não podem grevar, vamos pressionar o governo de outra forma, realizando ao pé da letra, apenas tarefas que estão na lei, com todos os requisitos que essa lei exige. E nós sabemos, que além da questão salarial, o Estado peca na estrutura física da polícia militar e corpo de bombeiros”, diz o vereador R.Silva. As deliberações do ato público vão desde a discussão da proposta apresentada ao governo até a deflagração do Movimento Polícia Legal e Tolerância Zero.

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