Como forma de aproximar, ainda mais, a população do projeto Justiça Comunitária, uma plenária será realizada nesta terça-feira (13), na sede do 8º Batalhão da Polícia Militar do Piauí, no Parque Flamboyant, na região do Grande Dirceu, zona Sudeste de Teresina. A Defensoria Pública do Estado estará presente para apresentar o projeto aos comandantes do 8ºBPM, bem como do Ronda Cidadão.
A Plenária terá início às 9h, e será a toda a comunidade do Grande Dirceu, entre eles os 30 agentes comunitários de mediação, que atuam no Projeto da Justiça Comunitária, fruto de convênio entre a Defensoria Pública do Estado e a Reforma do Poder Judiciário – Ministério da Justiça. Todos foram selecionados pela equipe multidisciplinar do projeto juntamente com a AMI – Associação de Moradores do Itararé.
Nos próximos dias todos os mediadores serão recadastrados, receberão uma carteira de identificação e material de divulgação. Também será feita uma campanha de divulgação para que a comunidade faça uso do Projeto Justiça Comunitária e possa se beneficiar do projeto. “Este projeto me encanta e fascina pelo simples fato da própria comunidade resolver os seus conflitos, sem a necessidade de ir a uma delegacia ou tribunal”, completou a Defensora Geral.
O Projeto
O Projeto Justiça Comunitária nasceu a partir da experiência advinda do Juizado Especial Cível Itinerante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o qual busca atender às comunidades com dificuldades de acesso à justiça formal. Trata-se de um programa que estimula a própria comunidade a construir e escolher seus caminhos para a realização da Justiça, de maneira pacífica e solidária, preventivamente.
Os agentes Comunitários de Justiça e Cidadania são capacitados para realizar as seguintes atividades na comunidade e que vivem, sendo elas: Educação para os direitos; mediação comunitária de conflitos e animação de redes sociais. O projeto é financiado pelo Ministério da Justiça, através de convênio Federal.
A Plenária terá início às 9h, e será a toda a comunidade do Grande Dirceu, entre eles os 30 agentes comunitários de mediação, que atuam no Projeto da Justiça Comunitária, fruto de convênio entre a Defensoria Pública do Estado e a Reforma do Poder Judiciário – Ministério da Justiça. Todos foram selecionados pela equipe multidisciplinar do projeto juntamente com a AMI – Associação de Moradores do Itararé.
Nos próximos dias todos os mediadores serão recadastrados, receberão uma carteira de identificação e material de divulgação. Também será feita uma campanha de divulgação para que a comunidade faça uso do Projeto Justiça Comunitária e possa se beneficiar do projeto. “Este projeto me encanta e fascina pelo simples fato da própria comunidade resolver os seus conflitos, sem a necessidade de ir a uma delegacia ou tribunal”, completou a Defensora Geral.
O Projeto
O Projeto Justiça Comunitária nasceu a partir da experiência advinda do Juizado Especial Cível Itinerante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o qual busca atender às comunidades com dificuldades de acesso à justiça formal. Trata-se de um programa que estimula a própria comunidade a construir e escolher seus caminhos para a realização da Justiça, de maneira pacífica e solidária, preventivamente.
Os agentes Comunitários de Justiça e Cidadania são capacitados para realizar as seguintes atividades na comunidade e que vivem, sendo elas: Educação para os direitos; mediação comunitária de conflitos e animação de redes sociais. O projeto é financiado pelo Ministério da Justiça, através de convênio Federal.
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