O delegado Paulo Nogueira, da Comissão Investigadora do Crime Organizado no Piauí, confirmou nesta quinta-feira (22 de setembro de 2011) durante entrevista coletiva à imprensa que vai pedir a prorrogação do inquérito que investiga a morte da universitária Fernanda Lages e disse que a decisão já é consenso com o Ministério Público Estadual e o advogado Lucas Villa, que representa a família da estudante.
Segundo o delegado Paulo Nogueira, o pedido de prazo se faz necessário porque o Núcleo de Inteligência; o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal de Teresina necessitam dos laudos da Paraíba, que só deverão chegar na próxima segunda-feira, para corroborar com os laudos produzidos aqui no Estado do Piauí.
"Vamos à Dra. Zélia (Procuradora Geral do Estado) falar da necessidade de prorrogação do prazo porque os laudos não chegaram e não vão chegar nesta semana. Os órgãos IML, Perícia Criminal e Núcleo de Inteligência precisam desses resultados para corroborar e confrontar com os adquiridos aqui para serem aceitos e convencer os promotores", explicou o delegado.
Após a entrada de mais membros do Ministério Público no caso, novas oitivas e diligências foram pedidas, com a presença dos três promotores (Ubiraci Rocha, Eliardo Cabral e José Benigno Filho).
"O MP pediu que intimássemos novamente algumas testemunhas para serem ouvidas na presença dos promotores e para isso precisamos de prazo", disse.
O delegado Paulo Nogueira acredita que não seja necessário prorrogar por um prazo de 30 dias. Segundo ele, seria necessário 15 ou 20 dias para encerrar o inquérito da estudante Fernanda Lages, encontrada morta no prédio do Ministério Público Federal, em construção, na Avenida João XXIII, na Zona Leste da Capital do Piauí (Teresina), na manhã do dia 25 de agosto deste ano (2011).
Segundo o delegado Paulo Nogueira, o pedido de prazo se faz necessário porque o Núcleo de Inteligência; o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal de Teresina necessitam dos laudos da Paraíba, que só deverão chegar na próxima segunda-feira, para corroborar com os laudos produzidos aqui no Estado do Piauí.
"Vamos à Dra. Zélia (Procuradora Geral do Estado) falar da necessidade de prorrogação do prazo porque os laudos não chegaram e não vão chegar nesta semana. Os órgãos IML, Perícia Criminal e Núcleo de Inteligência precisam desses resultados para corroborar e confrontar com os adquiridos aqui para serem aceitos e convencer os promotores", explicou o delegado.
Após a entrada de mais membros do Ministério Público no caso, novas oitivas e diligências foram pedidas, com a presença dos três promotores (Ubiraci Rocha, Eliardo Cabral e José Benigno Filho).
"O MP pediu que intimássemos novamente algumas testemunhas para serem ouvidas na presença dos promotores e para isso precisamos de prazo", disse.
O delegado Paulo Nogueira acredita que não seja necessário prorrogar por um prazo de 30 dias. Segundo ele, seria necessário 15 ou 20 dias para encerrar o inquérito da estudante Fernanda Lages, encontrada morta no prédio do Ministério Público Federal, em construção, na Avenida João XXIII, na Zona Leste da Capital do Piauí (Teresina), na manhã do dia 25 de agosto deste ano (2011).
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