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Após UFPI quebrar acordo estudantes reinvindicam representante dentro da Comissão da Planilha

Deolindo explica que havia um acordo entre os movimentos, as forças estudantis e as Universidades de que houvesse somente uma pessoa que representasse todos eles

Imagem: ReproduçãoClique para ampliarDeolindo /moura defende a inclusão de um representante dos estudantes secundaristas na Comissão(Imagem:Reprodução)Deolindo /moura defende a inclusão de um representante dos estudantes secundaristas na Comissão
O presidente da União dos Estudantes Secundaristas – UMES – integrante dos movimentos Estudantis e membro da Legião Das Vanguardas de Juventude, Deolindo Moura, vai pedir para que a Comissão de Auditoria da planilha de custos apresentada pelo SETUT integre um técnico que os represente. Deolindo explica que havia um acordo entre os movimentos, as forças estudantis e as Universidades de que houvesse somente uma pessoa que representasse todos eles. Porém, segundo o estudante, a Universidade Federal quebrou esse acordo ao conseguir incluir um representante daquela Universidade dentro da comissão.

Para Deolindo, se houve a quebra desse acordo, os estudantes também podem incluir um representante. “Ficou acertado que a Dra Verônica Paraguassu, técnica nesse assunto, seria a única representante de todos nós. Mas, não sei como, a UFPI quebrou esse acordo e conseguiu colocar lá uma pessoa deles”, explica Deolindo. “Então se a palavra não foi mantida e eles se acharam nesse direito, então nós também temos esse direito, queremos um técnico que nos represente nessa comissão”, explicou Deolindo.

Ele defende ainda que a comissão não conseguirá dar resultados satisfatórios em um prazo tão curto. “Para auditorar essa planilha é preciso ir em cada empresa, em cada garagem, conversar com funcionários, conferir quantidade e valores de combustíveis, pois na planilha colocam o preço do combustível como fez fosse abastecido na bomba de posto, e não é, eles abastecem é na própria garagem e o custo dos tonéis ficam mais baratos. Tudo isso demanda um tempo muito maior que esse dado pela prefeitura”, argumenta o presidente da UMES. “Nós dos movimentos devemos explicações a quem nós representamos, queremos esse representante para que a gente mantenha os estudantes informados sobre o que está acontecendo dentro da comissão, isso é um direito que todos nós, não só estudantes, temos”, finaliza.

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