O Portal GP1 publicou na manhã de hoje (11) reportagem denunciando a censura imposta pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) ao site (Clique aqui). A UESPI bloqueou o acesso ao GP1 na rede de internet daquela Instituição de Ensino Superior, ou seja, alunos, funcionários e professores foram proibidos de acessar o site nos computadores daquela Universidade.
Ouvido pela reportagem do GP1, o promotor de Justiça do Ministério Público do Piauí, Fernando Santos, disse que vai averiguar o bloqueio do acesso ao site na Universidade Estadual. “Essa é uma atitude de censura, o artigo 5ª da Constituição fala sobre o direito de expressão e que é expressamente vedado qualquer atitude que impeça a livre expressão”, disse o promotor. “Vou averiguar e nesse caso podemos apurar esse fato e o próprio GP1 pode também ingressar judicialmente”, completou Fernando Santos.
Fernando Santos lembrou também que é normal impedir acesso em ambiente de trabalho a sites que contenham conteúdo adulto ou às redes sociais em geral com o intuito de manter a organização do ambiente de trabalho. “Mas bloquear isoladamente um portal de informação é censura e vai contra a Constituição”, finalizou.
Ouvido pela reportagem do GP1, o promotor de Justiça do Ministério Público do Piauí, Fernando Santos, disse que vai averiguar o bloqueio do acesso ao site na Universidade Estadual. “Essa é uma atitude de censura, o artigo 5ª da Constituição fala sobre o direito de expressão e que é expressamente vedado qualquer atitude que impeça a livre expressão”, disse o promotor. “Vou averiguar e nesse caso podemos apurar esse fato e o próprio GP1 pode também ingressar judicialmente”, completou Fernando Santos.
Imagem: Reprodução
Promotor Fernando Santos
O promotor informou posteriormente que enviou oficio à UESPI para se informar sobre o assunto. “Enviei oficio ao reitor requisitando informações sobre a veracidade do fato e, caso confirmado, que providências ele adotou para sanar a irregularidade”, disse o promotor.
Promotor Fernando SantosFernando Santos lembrou também que é normal impedir acesso em ambiente de trabalho a sites que contenham conteúdo adulto ou às redes sociais em geral com o intuito de manter a organização do ambiente de trabalho. “Mas bloquear isoladamente um portal de informação é censura e vai contra a Constituição”, finalizou.
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