Quase 100% das obras de grande porte em andamento em Teresina estão paradas desde a zero hora desta segunda-feira (16), quando começou a greve dos trabalhadores da construção civil. A declaração é do presidente do SITRICOM (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário do Médio Parnaíba), Raimundo Nonato Ibiapina.
Os trabalhadores da construção cruzaram os braços por conta do não avanço nas negociações em torno do piso salarial da categoria. Enquanto os trabalhadores reivindicavam um reajuste de 19%, o setor patronal apresentou uma contraproposta de reajuste de 6,6%, considerada ofensiva e desrespeitosa aos trabalhadores.
De acordo com Raimundo Ibiapina, foram quase dez rodadas de negociação e os empresários do setor são os responsáveis pela situação. “Estamos abertos à negociação, mas exigimos respeito e uma proposta salarial digna. Não esse salário de fome que os patrões querem manter”, disse.
“Caso os empresários não apresentem uma proposta decente, a greve vai continuar. Os trabalhadores estão revoltados e prontos para enfrentar dias e dias parados”, disse Ibiapina.
Os trabalhadores da construção cruzaram os braços por conta do não avanço nas negociações em torno do piso salarial da categoria. Enquanto os trabalhadores reivindicavam um reajuste de 19%, o setor patronal apresentou uma contraproposta de reajuste de 6,6%, considerada ofensiva e desrespeitosa aos trabalhadores.
De acordo com Raimundo Ibiapina, foram quase dez rodadas de negociação e os empresários do setor são os responsáveis pela situação. “Estamos abertos à negociação, mas exigimos respeito e uma proposta salarial digna. Não esse salário de fome que os patrões querem manter”, disse.
“Caso os empresários não apresentem uma proposta decente, a greve vai continuar. Os trabalhadores estão revoltados e prontos para enfrentar dias e dias parados”, disse Ibiapina.
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