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"Se o salário não aumentar as obras vão parar", diz trabalhadores da construção civil de Teresina

Ibiapina disse ainda que o intuito do movimento é chamar atenção da sociedade para a importância da categoria do Ministério Público.

“Se o salário não aumentar as obras vão parar”, esse foi o recado que os trabalhadores da Construção Civil deram durante o segundo dia de manifestação que paralisou o trânsito de Teresina na manhã desta terça-feira (17).

Imagem: Manuela Coelho/GP1Greve na construção civil tem adesão de quase 100% (Imagem:Manuela Coelho/GP1)Greve na construção civil tem adesão de quase 100%

De acordo com o presidente do Sitricom, Raimundo Nonato Ibiapina, a paralisação da categoria segue por tempo indeterminado e que o grupo pretende chamar a atenção para as reivindicações da categoria, que inclui reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A categoria reivindica um reajuste salarial de R$ 800 para R$ 960.

“Queremos melhorias no salário, Plano de Saúde, vale transporte, Dia dos Trabalhadores da Construção Civil, enfim, várias reivindicações. Não temos prazo para terminar a greve. Enquanto não houver um canal para negociação nós vamos continuar paralisados com esse movimento”, disse o presidente do Sindicato.

Imagem: Manuela Coelho/GP1Nonato Ibiapina, presidente do Sitricom(Imagem:Manuela Coelho/GP1)Nonato Ibiapina, presidente do Sitricom

Ibiapina disse ainda que o intuito do movimento é chamar atenção da sociedade para a importância da categoria do Ministério Público. Ele afirma que existem cerca de 15 mil trabalhadores em Teresina e a adesão ao movimento é de 100%. “Trabalhadores unidos jamais serão vencidos”, disse os operários em grito de guerra.
Imagem: Manuela Coelho/GP1Reivindicam melhorias(Imagem:Manuela Coelho/GP1)Reivindicam melhorias

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