A Promotoria Criminal do Ministério Público Estadual do Piauí solicitou novas diligências no caso da morte de Delson Castelo Branco, 30 anos. O corpo do fotográfo foi encontrado em uma região de mata fechada embaixo da ponte que liga os bairros Tancredo Neves, zona Sudeste e Vila da Paz, zona Sul na após um mês desaparecido. O cadáver que foi achado, já estava em avançado estado de decomposição.
A polícia descobriu, através de testemunha, que Delson teria se envolvido em um acidente próximo a ponte e o fotógrafo teria caído em uma ribançeira, num matagal, e acabou ficando escondido.
Portanto após analisar o inquérito presidido pelo delegado Carlos Cesar Camelo, que concluiu pela morte acidental de Delson Castelo Branco, a promotora Clotildes Carvalho, da 6ª Vara Criminal, solicitou novas diligências.
“Não recusei o pedido de arquivamento do processo que investiga a morte de Delson Castelo Branco. Apenas entendi que é preciso fazer novas diligências de algumas provas que não foram colhidas. Eu não concordei com a recomendação deles. Todo inquérito se faz isso, é normal”, disse a promotora ao GP1.
Entre as requisições feitas pela promotora Clotildes Carvalho, ela está pedindo a acareação entre testemunhas e amigos do fotografo e ainda que seja feita perícia no computado do fotógrafo. A decisão foi encaminhada para a Polícia Civil.
A polícia descobriu, através de testemunha, que Delson teria se envolvido em um acidente próximo a ponte e o fotógrafo teria caído em uma ribançeira, num matagal, e acabou ficando escondido.
Portanto após analisar o inquérito presidido pelo delegado Carlos Cesar Camelo, que concluiu pela morte acidental de Delson Castelo Branco, a promotora Clotildes Carvalho, da 6ª Vara Criminal, solicitou novas diligências.
“Não recusei o pedido de arquivamento do processo que investiga a morte de Delson Castelo Branco. Apenas entendi que é preciso fazer novas diligências de algumas provas que não foram colhidas. Eu não concordei com a recomendação deles. Todo inquérito se faz isso, é normal”, disse a promotora ao GP1.
Entre as requisições feitas pela promotora Clotildes Carvalho, ela está pedindo a acareação entre testemunhas e amigos do fotografo e ainda que seja feita perícia no computado do fotógrafo. A decisão foi encaminhada para a Polícia Civil.
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