Em comemoração ao Dia do Farmacêutico, 20 de janeiro, a nova diretoria do Conselho Regional de Farmácia divulgou que a sua maior prioridade em 2012 será a fiscalização. O Conselho irá agir de forma minuciosa para fiscalizar a presença do farmacêutico nas drogarias durante todo o horário declarado perante a autarquia.
“Essa exigência deve alcançar todas as redes de drogarias em Teresina. E em Floriano também faremos essa experiência piloto”, informou o presidente do CRF-PI, Osvaldo Bonfim de Carvalho.
Como a presença do farmacêutico é necessária para um tratamento de saúde em que utilize de medicamentos, cabe a esse profissional informar sobre o seu devido uso, efeitos colaterais, interações medicamentosas e esclarecer qualquer dúvida do paciente a respeito do uso da substância em questão.
Osvaldo Bonfim enfatiza que o profissional Farmacêutico estuda profundamente os medicamentos e que, portanto, ninguém melhor do que ele para prestar informações quanto ao seu uso: “A falta de informação leva as pessoas a praticarem a automedicação, ou seja, a tomarem medicamentos sem qualquer orientação, o que pode causar intoxicações, em alguns casos letais, e mascaramento dos sintomas que poderiam indicar a existência de uma doença mais séria, explica”.
“Essa exigência deve alcançar todas as redes de drogarias em Teresina. E em Floriano também faremos essa experiência piloto”, informou o presidente do CRF-PI, Osvaldo Bonfim de Carvalho.
Como a presença do farmacêutico é necessária para um tratamento de saúde em que utilize de medicamentos, cabe a esse profissional informar sobre o seu devido uso, efeitos colaterais, interações medicamentosas e esclarecer qualquer dúvida do paciente a respeito do uso da substância em questão.
Osvaldo Bonfim enfatiza que o profissional Farmacêutico estuda profundamente os medicamentos e que, portanto, ninguém melhor do que ele para prestar informações quanto ao seu uso: “A falta de informação leva as pessoas a praticarem a automedicação, ou seja, a tomarem medicamentos sem qualquer orientação, o que pode causar intoxicações, em alguns casos letais, e mascaramento dos sintomas que poderiam indicar a existência de uma doença mais séria, explica”.
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