Em busca de estabelecer bases comuns para a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para a região Nordeste, a diretora técnico científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), Francisca Lúcia de Lima, participa da “Primeira Oficina para a Construção do Plano de CT&I para o Nordeste”. Promovida pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (CONSECTI) e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), nesta segunda-feira (01), a oficina contará com Secretários de Ciência e Tecnologia e Presidentes das Fundações de Apoio à Pesquisa (FAPs) de todos os Estados da Região Nordeste.
A oficina vai traçar os rumos da política de Ciência, Tecnologia e Inovação almejada pelos Estados da Região Nordeste e elaborar um documento para ser apresentado junto aos Governos e órgãos de fomento à pesquisa. “As bases para a oficina serão as próprias perspectivas de cada Estado. Há Estados interessados em parques tecnológicos e outros em grupos de pesquisa. A busca é por uma discussão para que os objetivos e metas sejam alcançados de forma conjunta”, destacou a diretora técnico científica da FAPEPI. A diretora enfatiza que a oficina é o começo de um trabalho conjunto a fim de estimular o crescimento dos investimentos em ciência e tecnologia para todos os Estados do Nordeste.
"O evento é para que os estados tenham uma identidade e possam realizar um trabalho em comum no sentido de não estabelecerem disputas entre si”, relatou Francisca Lúcia de Lima. Como prioridades piauienses, a diretora comenta que serão apresentados dois eixos de ação: fortalecimento da pós-graduação e o fomento a novos grupos de pesquisa. “São quase 40 cursos de pós-graduação no Piauí, que ainda são muito novos e precisam de apoio, assim como novos grupos de pesquisa que estão em processo de consolidação”, finaliza.
A oficina vai traçar os rumos da política de Ciência, Tecnologia e Inovação almejada pelos Estados da Região Nordeste e elaborar um documento para ser apresentado junto aos Governos e órgãos de fomento à pesquisa. “As bases para a oficina serão as próprias perspectivas de cada Estado. Há Estados interessados em parques tecnológicos e outros em grupos de pesquisa. A busca é por uma discussão para que os objetivos e metas sejam alcançados de forma conjunta”, destacou a diretora técnico científica da FAPEPI. A diretora enfatiza que a oficina é o começo de um trabalho conjunto a fim de estimular o crescimento dos investimentos em ciência e tecnologia para todos os Estados do Nordeste.
"O evento é para que os estados tenham uma identidade e possam realizar um trabalho em comum no sentido de não estabelecerem disputas entre si”, relatou Francisca Lúcia de Lima. Como prioridades piauienses, a diretora comenta que serão apresentados dois eixos de ação: fortalecimento da pós-graduação e o fomento a novos grupos de pesquisa. “São quase 40 cursos de pós-graduação no Piauí, que ainda são muito novos e precisam de apoio, assim como novos grupos de pesquisa que estão em processo de consolidação”, finaliza.
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