Técnicos da Agespisa, Eletrobras e Chesf estão trabalhando intensamente, desde o início da manhã desta quarta-feira (17), na recuperação do sistema elétrico da Estação de Tratamento de Água, localizado no Distrito Industrial, zona Sul de Teresina. Na noite de terça-feira (16), um curto circuito destruiu todo o sistema elétrico que alimenta a Estação de Tratamento que é responsável pela distribuição da água em toda a capital.
Mais de 700 mil Teresinenses estão sem água e ainda não existe uma previsão para o retorno do abastecimento. Durante o curto circuito, um grande clarão tomou o céu da cidade de Teresina por volta das 20hs de terça.
Neste momento, os técnicos estão instalando uma fiação aérea. Os cabos subterrâneos foram destruídos durante o curto-circuito na subestação 69, responsável pelo sistema elétrico da ETA. A subestação faz parte da estrutura da Agespisa, mas é alimentada pela energia fornecida pela Eletrobras.
"Vamos trabalhar ininterruptamente até o restabelecimento total do nosso sistema de produção de água", afirmou o presidente da Agespisa, Raimundo Neto, recomendando a todos o uso racional da água.
Sem previsão para o retorno da água
O presidente afirmou que está sendo instalado um novo transformador, já que o que estava no local foi destruído, e já solicitou que um novo transformador deve vir de fora do Estado.
O presidente espera que até hoje, pelo menos 50% do abastecimento seja retornado, mas ele deve acontecer prioritariamente em hospitais, órgãos públicos, escolas e clínicas. Mesmo que 50% da água retorne hoje, a Agespisa ainda não informou em que horário isso possa acontecer.
O retorno completo do abastecimento de água pode demorar até dois dias, já que ainda precisam esperar a chegada de um transformador que vem de fora do Estado.
O presidente da Agespisa já informou que a situação é gravíssima e que se for preciso, poderá utilizar carros pipas para suprir as necessidades da população.
Racionamento de água
Diante da grave situação que pode demorar até dois dias para ser resolvida, o presidente da Agespisa pediu que a população racione o máximo possível de água até que a questão seja resolvida por completo.
*Com informações da CCom
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Mais de 700 mil Teresinenses estão sem água e ainda não existe uma previsão para o retorno do abastecimento. Durante o curto circuito, um grande clarão tomou o céu da cidade de Teresina por volta das 20hs de terça.
Imagem: Reprodução/ Facebook
Registro do clarão feito por Athos Rodolfo Soares
Registro do clarão feito por Athos Rodolfo SoaresNeste momento, os técnicos estão instalando uma fiação aérea. Os cabos subterrâneos foram destruídos durante o curto-circuito na subestação 69, responsável pelo sistema elétrico da ETA. A subestação faz parte da estrutura da Agespisa, mas é alimentada pela energia fornecida pela Eletrobras.
"Vamos trabalhar ininterruptamente até o restabelecimento total do nosso sistema de produção de água", afirmou o presidente da Agespisa, Raimundo Neto, recomendando a todos o uso racional da água.
Sem previsão para o retorno da água
O presidente afirmou que está sendo instalado um novo transformador, já que o que estava no local foi destruído, e já solicitou que um novo transformador deve vir de fora do Estado.
O presidente espera que até hoje, pelo menos 50% do abastecimento seja retornado, mas ele deve acontecer prioritariamente em hospitais, órgãos públicos, escolas e clínicas. Mesmo que 50% da água retorne hoje, a Agespisa ainda não informou em que horário isso possa acontecer.
Imagem: Paulo Barros
Raimundo Neto
Raimundo NetoO retorno completo do abastecimento de água pode demorar até dois dias, já que ainda precisam esperar a chegada de um transformador que vem de fora do Estado.
O presidente da Agespisa já informou que a situação é gravíssima e que se for preciso, poderá utilizar carros pipas para suprir as necessidades da população.
Racionamento de água
Diante da grave situação que pode demorar até dois dias para ser resolvida, o presidente da Agespisa pediu que a população racione o máximo possível de água até que a questão seja resolvida por completo.
*Com informações da CCom
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