Segundo o site do Correio Braziliense, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai tentar colocar um ponto final na briga entre os Estados que possuem problemas envolvendo a divisa entre eles. Com as decisões a serem tomadas, o mapa do Brasil pode ser alterado pela quinta vez em um período de 35 anos.
No próximo dia 13, representantes dos governos do Piauí, Bahia, Goiás, Tocantins e Minas Gerais estarão no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar colocar um ponto final em uma briga judicial que se arrasta há 26 anos e tem como epicentro o oeste baiano — a nova fronteira agrícola do país, produtora de milho, algodão e soja.
Estão em jogo terras que somam cerca de 10 mil quilômetros quadrados (o equivalente a quase metade do território de Sergipe) e estão avaliadas em R$ 1 bilhão, com capacidade para gerar uma renda anual de pelo menos R$ 100 milhões em impostos. No meio da discussão, conflitos agrários e políticos e uma guerra de liminares.
A pedido do STF, coube ao Exército brasileiro a missão de demarcar as terras de cada estado, o que levou à inclusão de Piauí, Tocantins e Minas Gerais na briga inicialmente de baianos e goianos, por fazerem divisa com os estados deles. Por enquanto, está mantida a divisão estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há décadas, mas perícia realizada pelos militares traz uma nova configuração que implica perda de parte da Bahia — autora da ação que tramita no STF — para Goiás, Tocantins e Minas Gerais.Com informações do Correio Braziliense.
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No próximo dia 13, representantes dos governos do Piauí, Bahia, Goiás, Tocantins e Minas Gerais estarão no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar colocar um ponto final em uma briga judicial que se arrasta há 26 anos e tem como epicentro o oeste baiano — a nova fronteira agrícola do país, produtora de milho, algodão e soja.
Estão em jogo terras que somam cerca de 10 mil quilômetros quadrados (o equivalente a quase metade do território de Sergipe) e estão avaliadas em R$ 1 bilhão, com capacidade para gerar uma renda anual de pelo menos R$ 100 milhões em impostos. No meio da discussão, conflitos agrários e políticos e uma guerra de liminares.
A pedido do STF, coube ao Exército brasileiro a missão de demarcar as terras de cada estado, o que levou à inclusão de Piauí, Tocantins e Minas Gerais na briga inicialmente de baianos e goianos, por fazerem divisa com os estados deles. Por enquanto, está mantida a divisão estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há décadas, mas perícia realizada pelos militares traz uma nova configuração que implica perda de parte da Bahia — autora da ação que tramita no STF — para Goiás, Tocantins e Minas Gerais.Com informações do Correio Braziliense.
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