O trabalhador de Teresina que ganha o salário mínimo de R$ 622,00 utilizou, em setembro de 2012, 35,64% de seu salário para a compra dos doze produtos que compõem a cesta básica e suas respectivas quantidades. É o que mostra o Índice de Preço ao Consumidor (IPC) divulgado pela Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí (Cepro). De acordo com a pesquisa, a cidade de Teresina registrou inflação de 0,88% no mês de setembro, índice que eleva o acumulado no ano para 5,49% e o acumulado dos últimos 12 meses (out/2011 a set/2012), para 7,19%.
Segundo o estudo, mais uma vez a Alimentação foi a grande vilã da inflação, com índice de 2,01%. Entre os produtos que mais aumentaram estão: batata inglesa (10,81%); maracujá (7,08%); leite pasteurizado (4,61%); banana (5,36%); farinha de mandioca (2,12%); óleo vegetal (1,69%) e açúcar-cristal (1,42%).
O grupo Vestuário apresentou o segundo maior peso no IPC de setembro. A inflação de 0,69% no setor foi motivada pelo reajuste de preços dos seguintes produtos: maiô e biquíni (7,64%); bermuda e short (7,27%); blusa (7,20%); saia (5,32%); roupa de cama (4,35%) e calcinha e sutiã (3,46%).
Segundo o economista da Fundação Cepro, Manoel Moedas, o mês referente teve a segunda maior variação do ano. “O mês de setembro registrou uma inflação de 0,88%, menor apenas que a inflação de janeiro deste ano [registrada em 1,20%] o que acumulou a inflação de todo o ano de 2012 para 5,49%, maior que a média nacional [registrada em 4,07% segundo a FGV]”. A alta, que teve grande peso da alimentação, pode ser verificada, segundo o estudioso, nos mercados e supermercados da capital e pode ser creditada por fatores climáticos.
Os demais grupos apresentaram as seguintes variações: Habitação, 0,47%; Saúde e Cuidados Pessoais, 0,26%; Transporte, 0,22%; Artigos de Residência, 0,20%; e Serviços Pessoais, (-0,16%).
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Segundo o estudo, mais uma vez a Alimentação foi a grande vilã da inflação, com índice de 2,01%. Entre os produtos que mais aumentaram estão: batata inglesa (10,81%); maracujá (7,08%); leite pasteurizado (4,61%); banana (5,36%); farinha de mandioca (2,12%); óleo vegetal (1,69%) e açúcar-cristal (1,42%).
O grupo Vestuário apresentou o segundo maior peso no IPC de setembro. A inflação de 0,69% no setor foi motivada pelo reajuste de preços dos seguintes produtos: maiô e biquíni (7,64%); bermuda e short (7,27%); blusa (7,20%); saia (5,32%); roupa de cama (4,35%) e calcinha e sutiã (3,46%).
Segundo o economista da Fundação Cepro, Manoel Moedas, o mês referente teve a segunda maior variação do ano. “O mês de setembro registrou uma inflação de 0,88%, menor apenas que a inflação de janeiro deste ano [registrada em 1,20%] o que acumulou a inflação de todo o ano de 2012 para 5,49%, maior que a média nacional [registrada em 4,07% segundo a FGV]”. A alta, que teve grande peso da alimentação, pode ser verificada, segundo o estudioso, nos mercados e supermercados da capital e pode ser creditada por fatores climáticos.
Os demais grupos apresentaram as seguintes variações: Habitação, 0,47%; Saúde e Cuidados Pessoais, 0,26%; Transporte, 0,22%; Artigos de Residência, 0,20%; e Serviços Pessoais, (-0,16%).
Imagem: Reprodução
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