Uma tragédia ocasionada pela queda de um raio tirou a vida de Luis de Oliveira Neto, de 36 anos, no campo de futebol na localidade Tamboril, zona rural de José de Freitas. Segundo José Neto, amigo da vítima, após dois minutos de jogo um raio caiu sobre o jogador que teve morte instantânea.
“Assim que começamos a jogar iniciou uma chuva, de repente o raio que caiu e vimos ele estirado no chão, colocamos ele num carro particular até o hospital, a gente pensava que ele ainda estava com vida, mas quando chegamos aqui constatamos que ele havia morrido” descreveu o amigo.
A vítima residia na localidade Caiçara dos Zizas, também na zona rural de José de Freitas. Ele era casado e pai de três filhos. Parentes de Luis de Oliveira estavam desesperados em frente ao hospital no inicio da noite de domingo (30).
Ao chegar à unidade de saúde, familiares e amigos enfrentaram uma situação constrangedora ao ficar sem saber o que fazer com o corpo por quase uma hora, já que não havia médico de plantão para realizar o exame cadavérico para posterior emissão do atestado de óbito.
O corpo foi removido até a sede do Instituto de Medicina Legal (IML) em Teresina por volta das 18h50min para a realização de exame e em seguida liberado para realização de velório.Com informações do Portal em Dia.
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Imagem: Coronel Pinheiro, Francisco José e Paulinha Rocha
José Neto relata com tristeza a morte do amigo durante a partida de futebol
José Neto relata com tristeza a morte do amigo durante a partida de futebol“Assim que começamos a jogar iniciou uma chuva, de repente o raio que caiu e vimos ele estirado no chão, colocamos ele num carro particular até o hospital, a gente pensava que ele ainda estava com vida, mas quando chegamos aqui constatamos que ele havia morrido” descreveu o amigo.
A vítima residia na localidade Caiçara dos Zizas, também na zona rural de José de Freitas. Ele era casado e pai de três filhos. Parentes de Luis de Oliveira estavam desesperados em frente ao hospital no inicio da noite de domingo (30).
Ao chegar à unidade de saúde, familiares e amigos enfrentaram uma situação constrangedora ao ficar sem saber o que fazer com o corpo por quase uma hora, já que não havia médico de plantão para realizar o exame cadavérico para posterior emissão do atestado de óbito.
Imagem: Coronel Pinheiro, Francisco José e Paulinha Rocha.
Corpo ficou na ambulância por quase uma hora por falta de médico no hospital
Corpo ficou na ambulância por quase uma hora por falta de médico no hospitalO corpo foi removido até a sede do Instituto de Medicina Legal (IML) em Teresina por volta das 18h50min para a realização de exame e em seguida liberado para realização de velório.Com informações do Portal em Dia.
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