A convite do Ministério Público Estadual, a Secretaria Estadual da Justiça compareceu a audiência pública na sexta-feira (7) e contribuiu com a discussão democrática sobre o sistema penitenciário do Estado. O encontro foi realizado na sede da Procuradoria-Geral da Justiça e teve como objetivo debater os problemas e soluções do sistema prisional do Piauí. Além dos representantes da Sejus, se fizeram presentes ao debate membros do Ministério Público, representantes da sociedade civil e do meio acadêmico.
As discussões foram abertas com um espetáculo, encenado pela Companhia Cajuína de Teatro, onde foi retratada a realidade do sistema carcerário no Brasil. Taiguara Sousa, membro do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro, ministrou palestra sobre a realidade do sistema prisional brasileiro.
“O Brasil teve um acréscimo em sua população carcerária de 345,91% de 1995 até 2001. Acredito que grande parte dos problemas enfrentados na atualidade dentro do sistema tem origem na superlotação. Porém, a solução para a resolução não está na construção de novas unidades penais, e sim na diminuição da população carcerária”, ressaltou.
O secretário Henrique Rebelo ouviu atentamente as reivindicações apresentadas e destacou as melhorias conquistadas pela atual gestão. “Problemas existem em todas as penitenciárias do Brasil, mas se houver um trabalho conjunto entre todos os poderes, esses obstáculos serão superados e a Sejus tem toda disposição e capacidade para fazê-los”, afirmou.
As discussões foram abertas com um espetáculo, encenado pela Companhia Cajuína de Teatro, onde foi retratada a realidade do sistema carcerário no Brasil. Taiguara Sousa, membro do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro, ministrou palestra sobre a realidade do sistema prisional brasileiro.
“O Brasil teve um acréscimo em sua população carcerária de 345,91% de 1995 até 2001. Acredito que grande parte dos problemas enfrentados na atualidade dentro do sistema tem origem na superlotação. Porém, a solução para a resolução não está na construção de novas unidades penais, e sim na diminuição da população carcerária”, ressaltou.
O secretário Henrique Rebelo ouviu atentamente as reivindicações apresentadas e destacou as melhorias conquistadas pela atual gestão. “Problemas existem em todas as penitenciárias do Brasil, mas se houver um trabalho conjunto entre todos os poderes, esses obstáculos serão superados e a Sejus tem toda disposição e capacidade para fazê-los”, afirmou.
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