O Tribunal de Justiça do Piauí, atráves do desembargador Luiz Gonzaga Brandão, suspendeu a liminar judicial que impedia a Universidade Estadual do Piauí de realizar o pregão presencial de nº 013/2011, para a aquisição de vários produtos, entre eles, pênis, vulvas e mamas de borracha.
O pregão gerou polêmica por causa do número alto das aquisições, entre elas, mais de 2.000 pênis de borracha, 1.500 seios de silicone, 500 vulvas, 50 mil climatizadores de ar e 50 mil portas (Veja aqui a licitação). A suspensão foi concedida pelo juiz da 2º Vara da Fazenda Pública, Reinaldo Leão, e a solicitação foi feita pela empresa Didática Comercial LTDA. Foram suspensos os lotes I e III da licitação prevista para o dia 23 de janeiro deste ano.(Clique aqui e veja a matéria)
Quando o pregão foi suspenso, o reitor afirmou ao portal GP1 que o alto número dos produtos citados, na verdade, fazem parte da capacidade da empresa de fornecer e não da solicitada pela UESPI. “No pregão presencial, a Universidade tem que fazer uma estimativa de quanto pode precisar, mas isso não quer dizer que vai usar isso tudo de uma vez, por exemplo, se na licitação tem 100 cadeiras e eu comprei 20, na próxima compra que for preciso fazer terão disponíveis 80 unidades", disse o reitor que informou que "nesse tipo de licitação, a empresa tem que mostrar estar apta a fornecer essa quantidade, isso é uma questão de licitação, o pessoal da licitação sabe explicar isso melhor, isso é uma técnica que caracteriza esse tipo de pregão”.
O pregão gerou polêmica por causa do número alto das aquisições, entre elas, mais de 2.000 pênis de borracha, 1.500 seios de silicone, 500 vulvas, 50 mil climatizadores de ar e 50 mil portas (Veja aqui a licitação). A suspensão foi concedida pelo juiz da 2º Vara da Fazenda Pública, Reinaldo Leão, e a solicitação foi feita pela empresa Didática Comercial LTDA. Foram suspensos os lotes I e III da licitação prevista para o dia 23 de janeiro deste ano.(Clique aqui e veja a matéria)
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Reitor da UESPI Carlos Alberto
Reitor da UESPI Carlos AlbertoQuando o pregão foi suspenso, o reitor afirmou ao portal GP1 que o alto número dos produtos citados, na verdade, fazem parte da capacidade da empresa de fornecer e não da solicitada pela UESPI. “No pregão presencial, a Universidade tem que fazer uma estimativa de quanto pode precisar, mas isso não quer dizer que vai usar isso tudo de uma vez, por exemplo, se na licitação tem 100 cadeiras e eu comprei 20, na próxima compra que for preciso fazer terão disponíveis 80 unidades", disse o reitor que informou que "nesse tipo de licitação, a empresa tem que mostrar estar apta a fornecer essa quantidade, isso é uma questão de licitação, o pessoal da licitação sabe explicar isso melhor, isso é uma técnica que caracteriza esse tipo de pregão”.
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