Faleceu na madrugada desta sexta-feira (24), o professor Benjamin do Rego Monteiro Neto, vítima de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado há cerca de 20 dias no hospital da Unimed.
Benjamin do Rego nasceu em Teresina, em 1915, e era doutor em Direito Institucional, ex-procurador geral do Estado e ocupava a cadeira número 15 da Academia Piauiense de Letras. Além disso, era professor da Universidade Federal do Piauí, jornalista, poeta e contista. Teve intensa atividade na imprensa de Teresina e do Rio de Janeiro.
Foi juiz substituto do TRE, conselheiro da OAB-PI, consultor jurídico do Governo do Estado e membro do Conselho Editorial do Projeto Petrônio Portella. Presidiu o Conselho Estadual de Cultura, por três mandatos.
Em vida, produziu as seguintes publicações: A Igualdade dos Estados e o Direito de Veto no Conselho de Segurança da ONU, 1953; O Cristianismo, o Sacerdócio e a Paz (1956), A Santa Sé no Direito Internacional (1953), O Direito da Sociedade Humana (1990) e A Casa do Barão de Gurguéia (1987); Poesia de Ontem (1989).
No último dia 14, a Academia Piauiense de Letras já havia perdido um membro, o escritor William Palha Dias, que ocupava a cadeira de número 4.
Benjamin do Rego nasceu em Teresina, em 1915, e era doutor em Direito Institucional, ex-procurador geral do Estado e ocupava a cadeira número 15 da Academia Piauiense de Letras. Além disso, era professor da Universidade Federal do Piauí, jornalista, poeta e contista. Teve intensa atividade na imprensa de Teresina e do Rio de Janeiro.
Foi juiz substituto do TRE, conselheiro da OAB-PI, consultor jurídico do Governo do Estado e membro do Conselho Editorial do Projeto Petrônio Portella. Presidiu o Conselho Estadual de Cultura, por três mandatos.
Em vida, produziu as seguintes publicações: A Igualdade dos Estados e o Direito de Veto no Conselho de Segurança da ONU, 1953; O Cristianismo, o Sacerdócio e a Paz (1956), A Santa Sé no Direito Internacional (1953), O Direito da Sociedade Humana (1990) e A Casa do Barão de Gurguéia (1987); Poesia de Ontem (1989).
No último dia 14, a Academia Piauiense de Letras já havia perdido um membro, o escritor William Palha Dias, que ocupava a cadeira de número 4.

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