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Piauí

Vila Irmã Dulce será beneficiada com projeto de urbanização do Programa Intervenção em Favelas

O Programa Intervenções em Favelas dos Projetos Piloto de Investimento (PPI) integra o PAC 2 e prevê a realização de intervenções que promovam melhorias nas condições de moradia.

A Vila Irmã Dulce, comunidade da zona Sul de Teresina, será contemplada por um projeto de urbanização. Trata-se do Programa Intervenção em Favelas, que, no Piauí, será executado pela Agência de Desenvolvimento Habitacional do Estado (ADH), em parceria com a Caixa Econômica Federal.

A ADH irá desenvolver um projeto de urbanização na região da Vila Irmã Dulce, com uma primeira etapa que prevê a construção de 31 novas unidades habitacionais. O Programa Intervenções em Favelas dos Projetos Piloto de Investimento (PPI) integra o PAC 2 e prevê a realização de intervenções que promovam melhorias nas condições de moradia de populações mais pobres, incluindo projetos de habitação, saneamento e inclusão social.

Um dos entraves para a execução total do projeto são os problemas de regularização fundiária na Vila Irmã Dulce, já que o bairro surgiu de uma ocupação ilegal. Hoje, sem o documento de posse de terra, nenhum contrato de habitação de interesse social pode ser assinado com a Caixa. Preocupado com o tema, o diretor-presidente da ADH, Gilberto Medeiros, propôs à comunidade da região uma discussão mais ampla, para encontrar soluções para o problema, incluindo a Assembleia Legislativa, Prefeitura, Câmara Municipal e a comissão de moradores.

A gerente de Melhorias Habitacionais da ADH, Tatiana Eulálio, explica que o projeto na Vila Irmã Dulce está dividido em etapas e a primeira prevê a construção de 31 casas. “Já vamos iniciar o processo de licitação de 31 casas e mais 248 unidades habitacionais com regularização fundiária. Estamos concluindo as últimas pendências com a Caixa”, explica ela.

De acordo com a advogada da ADH, Ana Lúcia Gonçalves, a Prefeitura de Teresina em conjunto com a Agência de Desenvolvimento Habitacional estão finalizando os procedimentos para regularizar a área. “Há a possibilidade, inclusive, de desapropriação daquela área pelo Estado, caso os encaminhamentos sejam demorados e venham a impactar o início da execução do projeto”, declara Ana Lúcia.

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