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ADH vai entregar mais mil unidades habitacionais no Jacinta Andrade

Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento.

Imagem: ReproduçãoClique para ampliarEntrega de casas(Imagem:Reprodução)Entrega de casas
O objetivo do Governo do Piauí com a construção do Residencial Jacinta Andrade é diminuir o déficit habitacional de Teresina e garantir uma vida digna para as famílias contempladas. Para tanto, a Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), já entregou 2.967 casas e no período de abril a junho deste ano serão entregues mais 1.000 unidades. Em junho também está prevista a conclusão de duas escolas, o terminal de ônibus e a pavimentação asfáltica.

“Nossa previsão é concluir as 4.300 mil moradias até o final do ano. Portanto, é a realização do sonho da casa própria para milhares de piauienses”, declara o diretor geral da ADH, Gilberto Medeiros. A construção do residencial Jacinta Andrade gerou cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos desde o inicio das obras, com um investimento total de R$ 147 milhões, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do Governo do Estado.

Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. “O Jacinta Andrade foi planejado com todos os equipamentos comunitários necessários ao bom desenvolvimento da vida social de famílias piauienses beneficiadas com a obra” , afirma a gerente de Melhorias Habitacionais da ADH, Tatiana Eulálio.

São três escolas, duas unidades básicas de saúde, terminal de ônibus, duas creches, delegacia, quadra poliesportiva, centro cultural, mercado público, rede de esgoto, rede elétrica , água encanada e ruas asfaltadas. “O contrato dos equipamentos foi assinado 15 meses após o contrato da habitação, por isso, são obras que possuem cronogramas diferentes, ou seja, serão entregues em datas diferentes”, explica Tatiana.

O residencial ocupa uma área de 172 hectares e irá abrigar aproximadamente 20 mil pessoas. As casas são destinadas à famílias que ganham de 1 a 3 salários mínimos, como é o caso de Larissa e Leonardo, pais do pequeno Artur, de 2 anos. “Assinei o contrato na semana retrasada. E ainda não acredito que estou me livrando de um aluguel de R$ 300 reais”, comenta a beneficiária Larissa. Ela é atendente de consultório e o marido é frentista, em um Posto de Combustível.

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