O governador Wilson Martins adotou uma nova estratégia para tentar escapar de infrações à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) por conta do desequilíbrio financeiro do Estado. Ele está apelando aos poderes Judiciário e Legislativo que paguem seus aposentados e pensionistas para reduzir o comprometimento das finanças do Estado com pagamento de pessoal. Em reunião fechada com os desembargadores do Tribunal de Justiça, Wilson Martins disse que o governo não tem condições de atender às reivindicações das categorias em greve, porque extrapola os limites financeiros do Estado.
Servidores da Educação, Saúde e da Segurança Pública, que representam pelo menos um terço do funcionalismo público estadual, estão em greve ou ameaçam parar as atividades cobrando aumento salarial. O presidente do Iapep (Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí), Flávio Nogueira, que gerencia o pagamento de pensões e aposentadorias do Estado, afirmou que mensalmente o Governo do Estado tem que desembolsar mais de R$ 35 milhões para cobrir a folha de inativos. O governo busca uma forma de driblar a LRF, repassando o dinheiro para os poderes e, assim, aumentando a margem de gastos com pessoal no Executivo.
A ideia do governo é repassar o dinheiro para a conta dos Poderes. Com isso, o Executivo aumenta a margem de gastos do governo com pessoal e dribla a Lei de Responsabilidade Fiscal. Wilson Martins informou que a intenção é deixar o Executivo com liberdade para atender reivindicações das categorias grevistas e contratar mais pessoal, através de concurso público, sem infringir a LRF. O governador explicou aos desembargadores a situação financeira e administrativa do Estado, durante cerca de duas horas, no gabinete da presidência do TJ/PI. Foram apresentadas sugestões para que o Judiciário assuma as suas próprias despesas com pessoal, devido a situação financeira do Executivo.
A intenção do governador é ter a mesma conversa com os dirigentes da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual. Wilson Martins explicou que tem tido sucessivas quedas de receita do Fundo de Participação dos Estados e aumento de despesas, com aumento no pagamento dos salários, implantação de plano de cargos, carreiras e salários e realização de concursos públicos.
O presidente do TJ, desembargador Edvaldo Moura, informou que vai conversar com os desembargadores para que o Judiciário ajude o Executivo a equacionar as finanças públicas, mas tudo deve ser feito sem que haja prejuízos para o desenvolvimento das ações e atribuições do Judiciário, que já vinha reclamando de repasse a mais para o poder desempenhar suas atividades a contento, concluir obras e realizar concurso público para juízes e servidores. Na reunião com os desembar-gadores, o governador estava acompanhado pelos secretários de Governo, Wilson Brandão Filho, e de Administração, Paulo Ivan. Com informações Diário do Povo
Servidores da Educação, Saúde e da Segurança Pública, que representam pelo menos um terço do funcionalismo público estadual, estão em greve ou ameaçam parar as atividades cobrando aumento salarial. O presidente do Iapep (Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí), Flávio Nogueira, que gerencia o pagamento de pensões e aposentadorias do Estado, afirmou que mensalmente o Governo do Estado tem que desembolsar mais de R$ 35 milhões para cobrir a folha de inativos. O governo busca uma forma de driblar a LRF, repassando o dinheiro para os poderes e, assim, aumentando a margem de gastos com pessoal no Executivo.
A ideia do governo é repassar o dinheiro para a conta dos Poderes. Com isso, o Executivo aumenta a margem de gastos do governo com pessoal e dribla a Lei de Responsabilidade Fiscal. Wilson Martins informou que a intenção é deixar o Executivo com liberdade para atender reivindicações das categorias grevistas e contratar mais pessoal, através de concurso público, sem infringir a LRF. O governador explicou aos desembargadores a situação financeira e administrativa do Estado, durante cerca de duas horas, no gabinete da presidência do TJ/PI. Foram apresentadas sugestões para que o Judiciário assuma as suas próprias despesas com pessoal, devido a situação financeira do Executivo.
A intenção do governador é ter a mesma conversa com os dirigentes da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual. Wilson Martins explicou que tem tido sucessivas quedas de receita do Fundo de Participação dos Estados e aumento de despesas, com aumento no pagamento dos salários, implantação de plano de cargos, carreiras e salários e realização de concursos públicos.
O presidente do TJ, desembargador Edvaldo Moura, informou que vai conversar com os desembargadores para que o Judiciário ajude o Executivo a equacionar as finanças públicas, mas tudo deve ser feito sem que haja prejuízos para o desenvolvimento das ações e atribuições do Judiciário, que já vinha reclamando de repasse a mais para o poder desempenhar suas atividades a contento, concluir obras e realizar concurso público para juízes e servidores. Na reunião com os desembar-gadores, o governador estava acompanhado pelos secretários de Governo, Wilson Brandão Filho, e de Administração, Paulo Ivan. Com informações Diário do Povo
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