O diretor geral da ADH, Gilberto Medeiros, entregou algumas unidades habitacionais no município de Nazária. Pela primeira vez o povoado de Secretaria foi contemplado com 7 moradias do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). Ser agricultor e morar na zona rural são alguns dos critérios do PNHR que tem por finalidade substituir a casa de taipa por de alvenaria. O projeto é do Governo Federal, em parceria com o Ministério das Cidades/Caixa.
Segundo Gilberto Medeiros, a ADH já enviou para a Caixa mais de 400 processos para a construção de moradias na zona rural do Piauí, através do PNHR, porém a maior dificuldade é a legalização das terras. Ele explica ainda que para ser beneficiado é necessário que o agricultor esteja associado a uma entidade representativa, como o sindicato rural ou associação de moradores.
“É através do sindicato que os agricultores rurais irão apresentar seus projetos para a ADH, de forma coletiva e organizada, em seguida encaminhamos para a Caixa, para a devida aprovação”, revela Medeiros. Nazária não foi contemplada com um número maior de unidades habitacionais porque praticamente não existe regularização fundiária naquele município.
“O município foi emancipado recentemente, por isso a regularização fundiária é precária, tivemos de recorrer a Receita Federal que liberou o documento de posse da terra através do imposto rural”, justifica o técnico José William, da ADH.
Segundo Gilberto Medeiros, a ADH já enviou para a Caixa mais de 400 processos para a construção de moradias na zona rural do Piauí, através do PNHR, porém a maior dificuldade é a legalização das terras. Ele explica ainda que para ser beneficiado é necessário que o agricultor esteja associado a uma entidade representativa, como o sindicato rural ou associação de moradores.
“É através do sindicato que os agricultores rurais irão apresentar seus projetos para a ADH, de forma coletiva e organizada, em seguida encaminhamos para a Caixa, para a devida aprovação”, revela Medeiros. Nazária não foi contemplada com um número maior de unidades habitacionais porque praticamente não existe regularização fundiária naquele município.
“O município foi emancipado recentemente, por isso a regularização fundiária é precária, tivemos de recorrer a Receita Federal que liberou o documento de posse da terra através do imposto rural”, justifica o técnico José William, da ADH.

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