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Conselheiro do CNJ defende disseminação nacional de modelo de integração judiciária do Piauí

Durante o encontro para apresentação da proposta do Conselho Nacional de Justiça, o diretor do Foro da Seção Judiciária do Piauí, juiz federal Carlos Augusto Pires Brandão, destaco

Imagem: ReproduçãoClique para ampliarDesembargador Ney José Freitas(Imagem:Reprodução)Desembargador Ney José Freitas
O Judiciário Piauiense conheceu hoje (21) os detalhes da Rede Nacional de Cooperação Judicial, apresentada aos magistrados piauienses no Tribunal de Justiça do Piauí, pelo conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e presidente da Comissão de Acesso à Justiça e Cidadania do CNJ, Ney José de Freitas.

Durante o encontro para apresentação da proposta do Conselho Nacional de Justiça, o diretor do Foro da Seção Judiciária do Piauí, juiz federal Carlos Augusto Pires Brandão, destacou a iniciativa piauiense em promover a integração de suas ações e rotinas: “Ao tempo em que conhece os detalhes da proposta do Conselho Nacional de Justiça, o Judiciário do Piauí apresenta ao CNJ uma experiência bem sucedida, nascida da iniciativa dos membros do Judiciário no Estado. Realizamos dia 02 de março a I Jornada de Integração, em que servidores de diversas áreas de todas as Casas Judiciárias com sede no Piauí definiram projetos de cooperação e ação conjunta; e instalamos, dia 09 de março, o Centro de Pacificação Social do Piauí, localizado no prédio do Centro Nacional de Cultura da Justiça (CENAJUS). O Centro de Pacificação Social do Piauí demonstra que o Poder Judiciário no Estado está integrado e já derrubou os muros de suas fronteiras, apresentando ao Brasil o encontro das instituições com a sociedade. O Piauí, por si próprio, e agora com o estímulo do CNJ, está disposto e preparado para enfrentar o desafio de encontrar-se a si mesmo e fortalecer a sua identidade, por meio do diálogo com os sujeitos sociais e da integração de todo o Judiciário”, assinalou.

O conselheiro Ney José de Freitas defendeu a importância de disseminação da iniciativa de integração do Judiciário Piauiense: “É muito importante que todos se envolvam nesse projeto de cooperação. Conheci a experiência já iniciada no Piauí e assumo o compromisso público de disseminar a experiência de integração do Judiciário Piauiense noutros estados, porque entendo que esse caminho de cooperação, que funciona tão bem na comunidade europeia, pode ser aplicado com sucesso no Brasil e o Piauí já dá exemplos disso”, declarou.

De acordo com o conselheiro do CNJ, a cooperação judiciária é um projeto que procura estabelecer meios de desobstruir a comunicação interna no âmbito do Judiciário em todo o Brasil.

“Não é justo que o cidadão aguarde indefinidamente o julgamento do seu processo, em razão das deficiências do Poder Judiciário. A Rede nacional de Cooperação Judicial pretende estabelecer uma comunicação sem ruída entre os juízes de tribunais diferentes, beneficiando o cidadão, que possui o direito à Justiça”, ressaltou o conselheiro Ney José de Freitas.

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