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Mulheres vítimas de violência recebem qualificação para ter independência financeira

Dentro do Projeto, a Prodater é responsável por ceder os equipamentos de informática, o material didático e pela manutenção e suporte dos computadores.

A Prodater (Empresa Teresinense de Processamento de Dados), através do Projeto Voar, vem utilizando a tecnologia para ajudar a população, e em especial, a mulher vítima de violência. O objetivo do projeto é proporcionar a inclusão aliada à qualificação profissional para as pessoas que estão nas chamadas ‘zonas de risco’ da sociedade.

“Fomos à procura da delegada Vilma, em busca de orientações para desenvolvermos um projeto que pudesse contribuir com essas pessoas, e decidimos por ajudar as mulheres vítimas de violência. O trabalho iniciou em 2010. Desde então, já qualificamos mais de 250 mulheres com o curso de informática e digitação, em parceria com a Fundação Nossa Senhora da Paz”, afirmou o diretor da Prodater, Patrick Silveira.

A expectativa é que, após a formação profissional, cresçam as oportunidades de inserção destas mulheres no mercado de trabalho contribuindo para a conquista da independência financeira. O projeto VOAR tem sede localizada na Fundação Nossa Senhora da Paz.

Dentro do Projeto, a Prodater é responsável por ceder os equipamentos de informática, o material didático e pela manutenção e suporte dos computadores. Já a Fundação Nossa Senhora da Paz é responsável por ceder o local para acomodação dos equipamentos e avaliar o desempenho das alunas após a conclusão do curso.

“O projeto chama-se Projeto Voar por sugestão da delegada Vilma, por fazer com que mulheres vítimas de violência que sofrem silenciosamente, muitas vezes por depender economicamente do parceiro, possam ter oportunidade de qualificação, e para que elas ‘possam voar’, ter a opção de sair daquele abuso físico e moral”, explicou Patrick.

Durante o mês de março foi inaugurada mais uma turma de qualificação. “Nós ampliamos mais o espaço e acrescentamos mais 10 computadores. Inicialmente nós tínhamos apenas dez computadores, que foram doados pelo Governo Federal, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), e conseguimos dez computadores doados. Agora ampliamos para vinte máquinas, então o número de mulheres beneficiadas com o projeto vai dobrar”, afirmou Patrick Silveira.


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