Os médicos da rede pública estadual e municipal decidiram paralisar atividades paralisadas a partir de hoje (5) até sexta-feira (9) durante manifestação em frente ao Hospital Getúlio Vargas. Nesta semana, estão funcionando somente os atendimentos de urgência e emergência.
Os profissionais da rede estadual reivindicam reajuste salarial, em conformidade com a remuneração aprovada pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam) que estabelece piso no valor de R$ 9.188,22; cumprimento das Leis que tratam da Progressão da Carreira Médica e da insalubridade, que é paga de maneira ilegal. Hoje os médicos recebem o mesmo adicional de insalubridade no valor de R$ 400, o correto seria o pagamento que varia de 10% a 40% sobre o vencimento do médico.
Os médicos planejam uma manifestação para a próxima quinta-feira (8), em frente ao hospital Lineu Araújo. O sindicato garante que, até o momento, nem o Estado, nem o município tentaram negociação.
Os profissionais da rede estadual reivindicam reajuste salarial, em conformidade com a remuneração aprovada pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam) que estabelece piso no valor de R$ 9.188,22; cumprimento das Leis que tratam da Progressão da Carreira Médica e da insalubridade, que é paga de maneira ilegal. Hoje os médicos recebem o mesmo adicional de insalubridade no valor de R$ 400, o correto seria o pagamento que varia de 10% a 40% sobre o vencimento do médico.
Os médicos planejam uma manifestação para a próxima quinta-feira (8), em frente ao hospital Lineu Araújo. O sindicato garante que, até o momento, nem o Estado, nem o município tentaram negociação.
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