Na manhã desta terça-feira (10), os servidores estaduais da educação ocuparam o pátio da Assembleia Legislativa em mais um dia de manifestação pela melhoria do salário de professor.
Segundo informações de Odeni Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí (SINTE), a greve dos profissionais da educação, que já estão em greve há 42 dias, não tem prazo para terminar.
"O governo ficou de apresentar um nova proposta, mas argumentou que não pode pagar o que a gente pede, por isso a greve vai continuar", explicou Odeni.
Na próxima quinta-feira (12) o sindicato participará de uma nova assembleia na Alepi a partir das 9h. Logo em seguida, será realizada reunião no Tribunal de Justiça com a presença dos representantes da Assembleia Lesgislativa, SINTE, Governo do Estado, o desembargador Sebastião e o Ministério Público Estadual e Federal.
O movimento grevista também recebe apoio de professores do interior do estado. Os professores reclamam que além da categoria não receber o valor reivindicado durante manifestações, ainda vai perder gratificações.
Segundo informações de Odeni Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí (SINTE), a greve dos profissionais da educação, que já estão em greve há 42 dias, não tem prazo para terminar.
"O governo ficou de apresentar um nova proposta, mas argumentou que não pode pagar o que a gente pede, por isso a greve vai continuar", explicou Odeni.
Imagem: Manuela Coelho/GP1
Professora Odenir de Jesus da Silva, presidente do SINTE-PI
Professora Odenir de Jesus da Silva, presidente do SINTE-PINa próxima quinta-feira (12) o sindicato participará de uma nova assembleia na Alepi a partir das 9h. Logo em seguida, será realizada reunião no Tribunal de Justiça com a presença dos representantes da Assembleia Lesgislativa, SINTE, Governo do Estado, o desembargador Sebastião e o Ministério Público Estadual e Federal.
O movimento grevista também recebe apoio de professores do interior do estado. Os professores reclamam que além da categoria não receber o valor reivindicado durante manifestações, ainda vai perder gratificações.
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