Na tarde desta sexta-feira (13) foi realizada uma assembleia no Residencial Rodoviário I e II para discutir e procurar uma solução para a demora da entrega das casas. O residencial fica localizado próximo a Usina Santana e ao lado do Clube dos Rodoviários.
As casas foram construídas através de um convênio firmado entre a Caixa Econômica Federal e o Sindicato dos Rodoviários. O investimento financeiro ficou por conta do programa governamental chamado Crédito Solidário. A obra está orçada no valor de R$ 4.431.792,70 para a construção de 200 casas compostas de dois quartos, uma sala, cozinha e um banheiro. Cada família pagará o valor de R$ 15.100 divididos em 200 parcelas de R$ 75 mensais.
O contrato de financiamento foi assinado em 2004. Uma das cláusulas estabelecidas é que as residências deveriam ser entregues no prazo de um ano, ou seja em 2005, no entanto, até hoje, os futuros moradores nunca receberam. Segundo Zilmar Magalhães, que pediu o financiamento, as casas estão inacabadas, mas duas pessoas já receberam, pois decidiram terminar a obra por conta própria.
A Caixa argumenta que o atraso é por conta da falta de mão-de-obra que ocasionou problemas com tempo de conclusão de cada casa. Durante a assembleia dessa tarde, ficou decido que a entrega será feita por etapas: 20 casas já poderiam ser entregues hoje, outras 20 serão entregues em 15 dias e, assim, sucessivamente.
Ainda durante a assembleia, foi eleita uma nova comissão para fiscalizar o cronograma de término das obras e entrega das casas, além da movimentação financeira dos recursos que serão repassados até a entrega de todas as residências.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Moradores em assembleia
Moradores em assembleiaAs casas foram construídas através de um convênio firmado entre a Caixa Econômica Federal e o Sindicato dos Rodoviários. O investimento financeiro ficou por conta do programa governamental chamado Crédito Solidário. A obra está orçada no valor de R$ 4.431.792,70 para a construção de 200 casas compostas de dois quartos, uma sala, cozinha e um banheiro. Cada família pagará o valor de R$ 15.100 divididos em 200 parcelas de R$ 75 mensais.
Imagem: Mariana Viana/GP1
Valor da obra
Valor da obraO contrato de financiamento foi assinado em 2004. Uma das cláusulas estabelecidas é que as residências deveriam ser entregues no prazo de um ano, ou seja em 2005, no entanto, até hoje, os futuros moradores nunca receberam. Segundo Zilmar Magalhães, que pediu o financiamento, as casas estão inacabadas, mas duas pessoas já receberam, pois decidiram terminar a obra por conta própria.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Zilmar Magalhães
Zilmar MagalhãesA Caixa argumenta que o atraso é por conta da falta de mão-de-obra que ocasionou problemas com tempo de conclusão de cada casa. Durante a assembleia dessa tarde, ficou decido que a entrega será feita por etapas: 20 casas já poderiam ser entregues hoje, outras 20 serão entregues em 15 dias e, assim, sucessivamente.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Elisiomar, gerente regional da Caixa Econômica Federal
Elisiomar, gerente regional da Caixa Econômica FederalAinda durante a assembleia, foi eleita uma nova comissão para fiscalizar o cronograma de término das obras e entrega das casas, além da movimentação financeira dos recursos que serão repassados até a entrega de todas as residências.
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