O Sindicato dos médicos do Piauí, SIMEPI, convoca a categoria para comparecer à Assembleia Geral na noite desta terça-feira (17). A previsão é que a reunião comece por volta das 19h para definir os novos rumos do movimento de reivindicação por melhorias.
Após recurso apresentado pela assessoria jurídica do Sindicato dos Médicos do Piauí contra a decisão judicial de suspensão do movimento grevista movido pelo Estado do Piauí, o desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar julgou, no último dia 11 de abril, como procedente e legítimo o direito da classe à greve.
Ele considerou que não houve razões plausíveis para a suspensão do movimento, uma vez que durante todo o período de paralisação foi mantida a força de trabalho correspondente ao percentual de 30% do total de servidores em regime de rodízio, resguardando as situações de urgência e emergência.
Segundo a presidente SIMEPI, Lúcia Santos, dentre as várias pautas da assembleia, também será avaliado se há a necessidade de paralisação.
“Enquanto esperávamos a decisão judicial, promovemos caminhadas, visitas a hospitais, estivemos em Parnaíba e Picos e vamos continuar no nosso movimento. Durante a assembleia discutiremos se há a necessidade de uma paralisação, mas ressaltamos que não existe previsão e nem sabemos se haverá paralisação, mas o movimento vai continuar", disse Lúcia.
Após recurso apresentado pela assessoria jurídica do Sindicato dos Médicos do Piauí contra a decisão judicial de suspensão do movimento grevista movido pelo Estado do Piauí, o desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar julgou, no último dia 11 de abril, como procedente e legítimo o direito da classe à greve.
Ele considerou que não houve razões plausíveis para a suspensão do movimento, uma vez que durante todo o período de paralisação foi mantida a força de trabalho correspondente ao percentual de 30% do total de servidores em regime de rodízio, resguardando as situações de urgência e emergência.
Segundo a presidente SIMEPI, Lúcia Santos, dentre as várias pautas da assembleia, também será avaliado se há a necessidade de paralisação.
Imagem: Divulgação
Presidente em exercício do Simepi Lúcia Santos
Presidente em exercício do Simepi Lúcia Santos“Enquanto esperávamos a decisão judicial, promovemos caminhadas, visitas a hospitais, estivemos em Parnaíba e Picos e vamos continuar no nosso movimento. Durante a assembleia discutiremos se há a necessidade de uma paralisação, mas ressaltamos que não existe previsão e nem sabemos se haverá paralisação, mas o movimento vai continuar", disse Lúcia.
Ver todos os comentários | 0 |