Um conflito de terras envolvendo 690 hectares do assentamento Eldorado dos Carajás, na região da Cacimba Velha, em Teresina, está gerando preocupação entre as mais de 50 famílias que vivem no local há mais de 8 anos. Os moradores vivem clima de insegurança e de incertezas pelo fato de não poderem receber benefícios, como poços e casas populares, e financiamentos para a produção do Governo Federal.
A deputada Flora Izabel, que buscou ontem uma negociação com o superintendente do Incra no Piauí, Francisco Limma, para que o órgão ajude na desapropriação da área, disse nesta terça-feira que as famílias não podem tomar nenhuma decisão em relação à terra por causa da pendência judicial.
“Os moradores estão impedidos de obter financiamentos e outros benefícios do Incra pelo fato da terra não ser legalizada. Há a reclamação de que até a madeira da terra está sendo retirada, mas os assentados não podem fazer nada por causa do processo de desapropriação que está parado. Então, estamos nesta luta para buscarmos uma saída para o problema”, explica Flora.
O Governo do Estado baixou um decreto de desapropriação da terra, mas a área ainda não foi paga pelo fato dos donos do terreno não concordarem com o valor a ser ser pago. A desapropriação inicial era de R$ 1 milhão, mas os proprietários já falam em R$ 4 milhões. “Os assentados querem que o Incra entre na questão e compre a terra, para que a área passe a ser gerido pelo órgão e receba os benefícios federais que são destinados para os assentamentos”, comenta a deputada Flora Izabel.
O Incra propôs que os assentados entrem em entendimento com o governo. Quando o governo decidir pagar pela desapropriação, o Incra se compromete a entrar com a gestão, construção de casas, poços e de cestas básicas de alimentos. “O nosso mandato vai agora agendar uma reunião com o governador Wilson Martins, para tratar sobre o assentamento, junto com uma comissão de moradores”, explica.
Imagem: Ascom
Reunião busca entendimento sobre o local
Reunião busca entendimento sobre o localA deputada Flora Izabel, que buscou ontem uma negociação com o superintendente do Incra no Piauí, Francisco Limma, para que o órgão ajude na desapropriação da área, disse nesta terça-feira que as famílias não podem tomar nenhuma decisão em relação à terra por causa da pendência judicial.
“Os moradores estão impedidos de obter financiamentos e outros benefícios do Incra pelo fato da terra não ser legalizada. Há a reclamação de que até a madeira da terra está sendo retirada, mas os assentados não podem fazer nada por causa do processo de desapropriação que está parado. Então, estamos nesta luta para buscarmos uma saída para o problema”, explica Flora.
O Governo do Estado baixou um decreto de desapropriação da terra, mas a área ainda não foi paga pelo fato dos donos do terreno não concordarem com o valor a ser ser pago. A desapropriação inicial era de R$ 1 milhão, mas os proprietários já falam em R$ 4 milhões. “Os assentados querem que o Incra entre na questão e compre a terra, para que a área passe a ser gerido pelo órgão e receba os benefícios federais que são destinados para os assentamentos”, comenta a deputada Flora Izabel.
O Incra propôs que os assentados entrem em entendimento com o governo. Quando o governo decidir pagar pela desapropriação, o Incra se compromete a entrar com a gestão, construção de casas, poços e de cestas básicas de alimentos. “O nosso mandato vai agora agendar uma reunião com o governador Wilson Martins, para tratar sobre o assentamento, junto com uma comissão de moradores”, explica.
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