O encontro promovido pelo Fórum Estadual de Erradicação e Combate ao Trabalho Escravo e a Diretoria de Direitos Humanos da Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc) reuniu imprensa, instituições integrantes do Fórum e deputados, para a sensibilização quanto à aprovação da Proposta de Ementa Constitucional (PEC 438/01).
O evento incluiu um momento inicial com palestras e informações gerais, além de um vídeo de mobilização e confraternização com café da manhã. Isso, porque os deputados já se preparam para votar a PEC no dia 8 de maio no Congresso Federal. Sendo aprovada, a Proposta estabelecerá o confisco das terras de escravagistas e o uso das mesmas na reforma agrária.
O secretário da Assistência Social e Cidadania, Francisco Guedes, acredita que é preciso enxergar o problema como ele se apresenta: “Esta reunião foi pensada com o objetivo de chamar atenção da sociedade e dos deputados para o fato de que o trabalho escravo ainda existe aqui no Piauí, não é uma coisa do passado, é a escravidão do nosso presente”, ressaltou.
Entre os presentes, o trabalhador rural Francisco José dos Santos compartilhou sua história de luta e opressão em fazendas de corte de cana no Estado do Pará: “Hoje, vivo em outra realidade, nós estamos em um assentamento chamado Nova Conquista em Monsenhor Gil, bem próximo aqui de Teresina. Já estamos nos adaptando, é de lá que tiramos nossa renda, mas de forma digna”, encerrou.
O evento incluiu um momento inicial com palestras e informações gerais, além de um vídeo de mobilização e confraternização com café da manhã. Isso, porque os deputados já se preparam para votar a PEC no dia 8 de maio no Congresso Federal. Sendo aprovada, a Proposta estabelecerá o confisco das terras de escravagistas e o uso das mesmas na reforma agrária.
O secretário da Assistência Social e Cidadania, Francisco Guedes, acredita que é preciso enxergar o problema como ele se apresenta: “Esta reunião foi pensada com o objetivo de chamar atenção da sociedade e dos deputados para o fato de que o trabalho escravo ainda existe aqui no Piauí, não é uma coisa do passado, é a escravidão do nosso presente”, ressaltou.
Entre os presentes, o trabalhador rural Francisco José dos Santos compartilhou sua história de luta e opressão em fazendas de corte de cana no Estado do Pará: “Hoje, vivo em outra realidade, nós estamos em um assentamento chamado Nova Conquista em Monsenhor Gil, bem próximo aqui de Teresina. Já estamos nos adaptando, é de lá que tiramos nossa renda, mas de forma digna”, encerrou.

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