A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí – Sinte/PI – professora Odeni Silva, considerou um avanço o Governo dizer que vai pagar os professores com os 22% garantidos pela lei nacional do piso. No entanto, a professora afirmou que a proposta não sinaliza o fim da greve. Em entrevista concedida ao Portal GP1, Odeni informou que a proposta apresentada pelo Governo em reunião ocorrida no sábado (05) no Palácio de Karnak será discutida em assembleia da categoria para avaliação. “A categoria é soberana, é ela quem decidirá se aceita ou não o que nos foi apresentado”, disse a sindicalista.
Proposta do governo
“O que aconteceu durante a reunião é que nos foi apresentada pelo Governo uma proposta, e toda proposta é levada primeiramente para a categoria avaliar”, disse a professora. “O fato de o Governo dizer que vai pagar os 22% piso já é por si só um avanço, pois antes eles sequer sinalizavam essa possibilidade, reconhecemos que é um avanço, agora o fato de o governador parcelar esse pagamento não agradou a categoria, e eu posso afirmar que eu não tenho dúvidas de que essa proposta de parcelamento não agradará a categoria”, complementou Odeni Silva.
A proposta do Governo é parcelar os primeiros meses do piso e realizar no próximo pagamento 8% dos 22%. Nos dois meses seguintes 2% a cada mês e, por fim, 10%, que somarão 22%, que será pago integralmente nos meses seguintes.
Pagamento não retroativo
Outro ponto avaliado como negativo na proposta do Governo é o fato de que os professores que possuem ensino superior não receberão o retroativo. “Não vai ser retroativo para quem tem ensino superior, o Governo de forma muito dura nos disse que vai pagar a linear para os professores que têm somente o ensino médio”, completou a presidente do Sinte do Piauí.
Fim da regência
Odeni Silva disse também que o governador enfatizou que não pagará mais a regência. “Sobre a regência disse que não vai ter volta. O governo diz que é uma posição deles mesmos e dos governadores de todo o nordeste em acabar com o que eles chamam de ‘penduricalho’”, informou.
A greve continua
Odeni informou ainda que a greve continua por enquanto e que a categoria vai avaliar o que foi proposto pelo Governo. “A greve não acabou, ainda estamos em fase de negociação”, enfatizou.
Imagem: José Maria Barros/GP1
Professora Odeni Silva, presidente do Sinte
Professora Odeni Silva, presidente do SinteProposta do governo
“O que aconteceu durante a reunião é que nos foi apresentada pelo Governo uma proposta, e toda proposta é levada primeiramente para a categoria avaliar”, disse a professora. “O fato de o Governo dizer que vai pagar os 22% piso já é por si só um avanço, pois antes eles sequer sinalizavam essa possibilidade, reconhecemos que é um avanço, agora o fato de o governador parcelar esse pagamento não agradou a categoria, e eu posso afirmar que eu não tenho dúvidas de que essa proposta de parcelamento não agradará a categoria”, complementou Odeni Silva.
A proposta do Governo é parcelar os primeiros meses do piso e realizar no próximo pagamento 8% dos 22%. Nos dois meses seguintes 2% a cada mês e, por fim, 10%, que somarão 22%, que será pago integralmente nos meses seguintes.
Pagamento não retroativo
Outro ponto avaliado como negativo na proposta do Governo é o fato de que os professores que possuem ensino superior não receberão o retroativo. “Não vai ser retroativo para quem tem ensino superior, o Governo de forma muito dura nos disse que vai pagar a linear para os professores que têm somente o ensino médio”, completou a presidente do Sinte do Piauí.
Fim da regência
Odeni Silva disse também que o governador enfatizou que não pagará mais a regência. “Sobre a regência disse que não vai ter volta. O governo diz que é uma posição deles mesmos e dos governadores de todo o nordeste em acabar com o que eles chamam de ‘penduricalho’”, informou.
A greve continua
Odeni informou ainda que a greve continua por enquanto e que a categoria vai avaliar o que foi proposto pelo Governo. “A greve não acabou, ainda estamos em fase de negociação”, enfatizou.
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