A empresa que fabrica e distribui a Coca-cola, localizada no bairro Água Mineral, zona Norte de Teresina, terá suas atividades paralisadas nesta terça e quarta-feira (dias 26 e 27). A decisão foi tomada por quase 700 operários porque ainda não foi fechado acordo para reajustar o piso salarial da categoria. A suspenção das atividades terá início a partir das 5h30 da manhã de terça-feira, em frente à sede da empresa, na avenida União.
A categoria reivindica um reajuste de 13% no piso e de 12% nos demais salários, além de 10% de reajuste na cesta e demais benefícios sociais. A empresa apresentou uma contraproposta de 7% de reajuste no piso, 6,5% nos demais salários, 10% na cesta e 4,88% nos demais benefícios sociais, proposta essa rejeitada pelos trabalhadores.
De acordo com o presidente do Sindbebidas (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Bebidas), Sebastião Moura (Tião), esta empresa é a que vem criando maior dificuldades, pois, além de explorar a mão-de-obra, desrespeitando as leis trabalhistas, ainda quer continuar pagando um salário miserável, de fome."Os trabalhadores estão conscientes e esta não é a primeira paralisação. Estamos aberto ao diálogo, mas empresa não apresentar uma proposta séria, decente", disse.
Ainda de acordo com a diretoria do Sindbebidas, os trabalhadores fizeram um relato da forma como são tratados pela empresa, chegando à forma característica de assédio moral. Este relato será entregue ao Ministério Público do Trabalho no Piauí, para que sejam tomadas as providências legais.
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A categoria reivindica um reajuste de 13% no piso e de 12% nos demais salários, além de 10% de reajuste na cesta e demais benefícios sociais. A empresa apresentou uma contraproposta de 7% de reajuste no piso, 6,5% nos demais salários, 10% na cesta e 4,88% nos demais benefícios sociais, proposta essa rejeitada pelos trabalhadores.
De acordo com o presidente do Sindbebidas (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Bebidas), Sebastião Moura (Tião), esta empresa é a que vem criando maior dificuldades, pois, além de explorar a mão-de-obra, desrespeitando as leis trabalhistas, ainda quer continuar pagando um salário miserável, de fome."Os trabalhadores estão conscientes e esta não é a primeira paralisação. Estamos aberto ao diálogo, mas empresa não apresentar uma proposta séria, decente", disse.
Ainda de acordo com a diretoria do Sindbebidas, os trabalhadores fizeram um relato da forma como são tratados pela empresa, chegando à forma característica de assédio moral. Este relato será entregue ao Ministério Público do Trabalho no Piauí, para que sejam tomadas as providências legais.
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