Manejo Sustentável de Peixes em Tanques Escavados. Esse é o tema do curso que o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, realiza a partir de sexta-feira (08), em Esperantina, cidade localizada a 174 quilômetros ao norte Teresina. A ação conta com a parceria da Associação de Piscicultores de Esperantina.
Durante o curso, que será ministrado pelo engenheiro agrônomo, Tony Ewerton Braga, especialista em Aquicultura, serão abordados temas como localização, terreno e solo propício para a instalação dos tanques; manejo da água, arraçoamento, características das espécies e cruzamento, necessidades nutricionais, entre outros assuntos.
“O objetivo desse treinamento é mostrar para os produtores as modernas técnicas de criação de peixes em viveiros escavados. Os participantes irão aprender como devem ser construídos os tanques e sobre a qualidade e uso racional da água. A nossa preocupação é garantir a sustentabilidade da atividade naquela região, onde a precipitação pluviométrica foi bem abaixo do esperado para esse período de estiagem”, explica o gestor do Projeto Desenvolvimento da Piscicultura do Sebrae no Piauí, João Pinheiro Júnior.
Ainda segundo o gestor, outro assunto abordado será a densidade de peixe por metro quadrado. “O que queremos é sensibilizar os produtores quanto à importância de não superlotar os tanques, o que contribui para evitar a mortalidade dos peixes”, destaca.
Além da parte teórica, cujas aulas acontecerão sexta-feira (08), sábado (09) e no dia 15 deste mês, no auditório da Câmara de Vereadores de Esperantina, a programação do curso conta ainda com um Dia de Campo, que será uma visita à Fazenda O Messias, na zona rural daquele município, no dia 16 de junho.
As inscrições para o treinamento são gratuitas, mas as vagas são limitadas a vinte e cinco participantes. Maiores informações através do telefone (86) 9974-3794.
A piscicultura no Piauí
Segundo João Pinheiro Junior, o investimento na produção de pescado é bastante rentável. “Em um hectare de terra é possível produzir quinze mil quilos de peixe por ano. Seis meses após a implantação do projeto, os piscicultores já começam a ter lucro. O índice de desistência dos empreendedores é zero. As unidades de produção do Estado variam de dois a vinte hectares”, informa.
Além do retorno rápido, a piscicultura também é bastante promissora porque a demanda pelo pescado ainda é muito maior que a oferta. O Piauí só produz 20% de todo o peixe consumido no Estado. Atualmente os produtores ligados à APP fornecem cerca de mil toneladas de tilápias e tambaquis por ano, gerando recursos da ordem de R$ 5 milhões, enquanto que a comercialização somente no Mercado do Peixe é de 250 a 300 toneladas/mês.
Em Esperantina, a atividade envolve oitenta piscicultores. A previsão é que a produção este ano, naquela cidade, chegue a seiscentas toneladas, um pouco abaixo que em 2011, devido à estiagem. O perfil dos produtores é variado. Existem fazendas que produzem cinco mil quilos e aquelas que chegam a colocar no mercado até duzentas toneladas de pescado. A renda dos piscicultores varia de R$ 2,5 mil a R$ 100 mil mensais, dependendo do porte da propriedade.
Durante o curso, que será ministrado pelo engenheiro agrônomo, Tony Ewerton Braga, especialista em Aquicultura, serão abordados temas como localização, terreno e solo propício para a instalação dos tanques; manejo da água, arraçoamento, características das espécies e cruzamento, necessidades nutricionais, entre outros assuntos.
“O objetivo desse treinamento é mostrar para os produtores as modernas técnicas de criação de peixes em viveiros escavados. Os participantes irão aprender como devem ser construídos os tanques e sobre a qualidade e uso racional da água. A nossa preocupação é garantir a sustentabilidade da atividade naquela região, onde a precipitação pluviométrica foi bem abaixo do esperado para esse período de estiagem”, explica o gestor do Projeto Desenvolvimento da Piscicultura do Sebrae no Piauí, João Pinheiro Júnior.
Ainda segundo o gestor, outro assunto abordado será a densidade de peixe por metro quadrado. “O que queremos é sensibilizar os produtores quanto à importância de não superlotar os tanques, o que contribui para evitar a mortalidade dos peixes”, destaca.
Além da parte teórica, cujas aulas acontecerão sexta-feira (08), sábado (09) e no dia 15 deste mês, no auditório da Câmara de Vereadores de Esperantina, a programação do curso conta ainda com um Dia de Campo, que será uma visita à Fazenda O Messias, na zona rural daquele município, no dia 16 de junho.
As inscrições para o treinamento são gratuitas, mas as vagas são limitadas a vinte e cinco participantes. Maiores informações através do telefone (86) 9974-3794.
A piscicultura no Piauí
Segundo João Pinheiro Junior, o investimento na produção de pescado é bastante rentável. “Em um hectare de terra é possível produzir quinze mil quilos de peixe por ano. Seis meses após a implantação do projeto, os piscicultores já começam a ter lucro. O índice de desistência dos empreendedores é zero. As unidades de produção do Estado variam de dois a vinte hectares”, informa.
Além do retorno rápido, a piscicultura também é bastante promissora porque a demanda pelo pescado ainda é muito maior que a oferta. O Piauí só produz 20% de todo o peixe consumido no Estado. Atualmente os produtores ligados à APP fornecem cerca de mil toneladas de tilápias e tambaquis por ano, gerando recursos da ordem de R$ 5 milhões, enquanto que a comercialização somente no Mercado do Peixe é de 250 a 300 toneladas/mês.
Em Esperantina, a atividade envolve oitenta piscicultores. A previsão é que a produção este ano, naquela cidade, chegue a seiscentas toneladas, um pouco abaixo que em 2011, devido à estiagem. O perfil dos produtores é variado. Existem fazendas que produzem cinco mil quilos e aquelas que chegam a colocar no mercado até duzentas toneladas de pescado. A renda dos piscicultores varia de R$ 2,5 mil a R$ 100 mil mensais, dependendo do porte da propriedade.

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