O Grupo de Capoeira Escravos Brancos, em parceria com a Federação Piauiense de Capoeira; Grupo Raízes do Brasil; Escola de Capoeira Mestre Bobby; Fundação Barão de Itararé e Secretaria de Educação e Cutura – SEDUC – realizou o Seminário Capoeira e os Desafios da Contemporaneidade. O evento contou com a participação de capoeiristas de diversos lugares e idades. De mestres da capoeira consagrados, como por exemplo o Mestre Albino, até jovens capoeiristas, como os monitores de capoeira do Programa Federal mais Educação, além de educadores, marcaram presença.
O Seminário aconteceu no auditório da Obra Kolping Estadual do Piauí, no bairro Dirceu II, em Teresina, nos dias 02 e 03 de junho. De acordo com o precursor da capoeira no Piauí, mestre Albino, a capoeira não se resume apenas a movimentos físicos e gestuais. “Nós capoeiristas precisamos refletir sobre os fundamentos da capoeira. Ela tem história e essa história não pode ser esquecida, a capoeira não pode perder a sua identidade, hoje se pratica muito a capoeira, mas se sabe muito pouco sobre ela”, defendeu mestre Albino.
Durante o seminário diversos mestres falaram de suas experiências, realizaram seus relatos biográficos. Além disso, educadores também participaram do seminário. De acordo com Segundo a técnica do Programa Mais Educação da Secretaria de Estado da Educação e Cultura do Piauí (Seduc), Alzira Lopes, conhecer e entender a capoeira é primordial para o trabalho desenvolvido pelo Mais Educação nas escolas da rede publica, que oferecem a capoeira como uma das monitorias do programa federal. “A capoeira é muito importante para o desenvolvimento do aluno, a gente tem observado questões como a melhor socialização entre os alunos, melhoria na concentração, na convivência no ambiente escolar, além do aspecto histórico-cultural, onde o estudante entra em contato com a história do país, com a nossa história”, destacou a técnica. “E esse seminário contribui bastante nesse sentido de estarmos melhorando cada vez mais o que ofertamos aos alunos”, finalizou.
A capoeira como terapia, capoeira e educação, capoeira e uso das novas tecnologias da Informação de da Comunicação – TCI’s e como um importante instrumento de inclusão social e prática de reabilitação foram algumas das abordagens realizadas no seminário. A vivência da capoeira na etnia guajajara, de Bom Jardim do Maranhão foi exteriorizada pelo monitor de capoeira Sasquat (Pé Grande) e pelo cacique Dijaci.
“Esperamos dar seguimento a essas discussões acerca da capoeira, é fácil encontrar muitos praticantes de músculos fortes e de gestos precisos mas que não tem nada de capoeira na cabeça”, finalizou mestre Albino, enfatizando mais uma vez a importância de resgatar a capoeira como um dos destaques da expressão da cultura brasileira.
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Imagem: Mírian Gomes/GP1
Mestres de capoeira conversam antes do início do seminário
Mestres de capoeira conversam antes do início do seminárioO Seminário aconteceu no auditório da Obra Kolping Estadual do Piauí, no bairro Dirceu II, em Teresina, nos dias 02 e 03 de junho. De acordo com o precursor da capoeira no Piauí, mestre Albino, a capoeira não se resume apenas a movimentos físicos e gestuais. “Nós capoeiristas precisamos refletir sobre os fundamentos da capoeira. Ela tem história e essa história não pode ser esquecida, a capoeira não pode perder a sua identidade, hoje se pratica muito a capoeira, mas se sabe muito pouco sobre ela”, defendeu mestre Albino.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Mestres de capoeira reunidos
Mestres de capoeira reunidosDurante o seminário diversos mestres falaram de suas experiências, realizaram seus relatos biográficos. Além disso, educadores também participaram do seminário. De acordo com Segundo a técnica do Programa Mais Educação da Secretaria de Estado da Educação e Cultura do Piauí (Seduc), Alzira Lopes, conhecer e entender a capoeira é primordial para o trabalho desenvolvido pelo Mais Educação nas escolas da rede publica, que oferecem a capoeira como uma das monitorias do programa federal. “A capoeira é muito importante para o desenvolvimento do aluno, a gente tem observado questões como a melhor socialização entre os alunos, melhoria na concentração, na convivência no ambiente escolar, além do aspecto histórico-cultural, onde o estudante entra em contato com a história do país, com a nossa história”, destacou a técnica. “E esse seminário contribui bastante nesse sentido de estarmos melhorando cada vez mais o que ofertamos aos alunos”, finalizou.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Professora comunitária do Mais Educação, Josefina Ferreira, e representante da SEDUC Alzira Lopes
Professora comunitária do Mais Educação, Josefina Ferreira, e representante da SEDUC Alzira LopesA capoeira como terapia, capoeira e educação, capoeira e uso das novas tecnologias da Informação de da Comunicação – TCI’s e como um importante instrumento de inclusão social e prática de reabilitação foram algumas das abordagens realizadas no seminário. A vivência da capoeira na etnia guajajara, de Bom Jardim do Maranhão foi exteriorizada pelo monitor de capoeira Sasquat (Pé Grande) e pelo cacique Dijaci.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Monitor de capoeira Sasquat (Pé Grande) e cacique Dijaci
Monitor de capoeira Sasquat (Pé Grande) e cacique Dijaci“Esperamos dar seguimento a essas discussões acerca da capoeira, é fácil encontrar muitos praticantes de músculos fortes e de gestos precisos mas que não tem nada de capoeira na cabeça”, finalizou mestre Albino, enfatizando mais uma vez a importância de resgatar a capoeira como um dos destaques da expressão da cultura brasileira.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Mestre Albino
Mestre AlbinoImagem: Mírian Gomes/GP1
Composição da mesa do seminário
Composição da mesa do seminárioImagem: Mírian Gomes/GP1
Público aguarda início do seminário
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