Uma colisão envolvendo um ônibus da empresa Teresinense número 08410 e placa KZX 3663-Teresina/PI e um carro modelo Volkswagen Gol de placa NHV 1911-Teresina/PI, por pouco não termina em tragédia na avenida Maranhão. Os veículos colidiram no cruzamento da avenida com a rua Benjamim Constant, e no Gol vinham Manuel Rodrigues e sua filha de idade de 2 anos e 5 meses. O ônibus, que estava cheio de passageiros, atingiu justamente o lado do motorista, que saiu do acidente apenas com um dedo superficialmente ferido. Sua filha nada sofreu.
Invasão de preferência no trânsito
De acordo com o consutor do Gol, ele havia atravessado a Avenida Maranhão vindo da Rua Benjamim Constant e já teria alcançado a parte da via onde faria a manobra de retorno, quando no ônibus desviou de outro carro e o atingiu. “Ele foi desviar de outro carro que entrou na frente e atingiu meu veículo, foi culpa do carro que entrou na frente dele”, disse Manuel, com a filha, ainda muito assustada, em seu colo.
Já o motorista do ônibus, que faz a linha coletiva Mocambinho –Alto Alegre-Nova Brasília-São Joaquim, não confirmou a versão de Manuel. “Eu ia acertar era os dois carros se não tivesse desviado a tempo, pois os dois entraram na minha frente vindos da rua Benjamin Constant”, disse o motorista, que vinha no sentido centro-norte. De acordo com testemunhas, o veículo não atingido evadiu-se do local.
“Eu ainda consegui desviar de um deles, a minha intenção era fazer o máximo de giro e atingir o meio-fio ou a pilastra, mas um carro pesado como esse não atende o comando assim tão rápido”, completou o motorista, que não quis se identificar, se referindo à manobra que tentou fazer para evitar colisão com veículos e atingir a calçada ou as colunas que sustentam os trilhos do metrô que passam acima do local do acidente.
“Nesse horário motorista de ônibus tem que ficar sem piscar por conta dessas invasões que os carros fazem na via principal. Vamos esperar a perícia que ela vai dizer o que aconteceu, poderia ter sido pior, ainda mais com criança dentro do veículo é que não se pode entrar na frente de um ônibus em uma avenida, ainda bem que eu vinha devagar”, ponderou o motorista, . “Ainda mais em um horário de pico, fica difícil aqui, quase intrafegável, o cuidado é bem redobrado”, complementou o cobrador do ônibus, que também não quis se identificar.
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Imagem: Mírian Gomes/GP1
Colisão entre carro e ônibus
Colisão entre carro e ônibusInvasão de preferência no trânsito
De acordo com o consutor do Gol, ele havia atravessado a Avenida Maranhão vindo da Rua Benjamim Constant e já teria alcançado a parte da via onde faria a manobra de retorno, quando no ônibus desviou de outro carro e o atingiu. “Ele foi desviar de outro carro que entrou na frente e atingiu meu veículo, foi culpa do carro que entrou na frente dele”, disse Manuel, com a filha, ainda muito assustada, em seu colo.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Veículo por pouco não foi esmagado
Veículo por pouco não foi esmagadoJá o motorista do ônibus, que faz a linha coletiva Mocambinho –Alto Alegre-Nova Brasília-São Joaquim, não confirmou a versão de Manuel. “Eu ia acertar era os dois carros se não tivesse desviado a tempo, pois os dois entraram na minha frente vindos da rua Benjamin Constant”, disse o motorista, que vinha no sentido centro-norte. De acordo com testemunhas, o veículo não atingido evadiu-se do local.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Colisão atingiu lado do motorista
Colisão atingiu lado do motorista“Eu ainda consegui desviar de um deles, a minha intenção era fazer o máximo de giro e atingir o meio-fio ou a pilastra, mas um carro pesado como esse não atende o comando assim tão rápido”, completou o motorista, que não quis se identificar, se referindo à manobra que tentou fazer para evitar colisão com veículos e atingir a calçada ou as colunas que sustentam os trilhos do metrô que passam acima do local do acidente.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Ônibus atingiu em cheio lugar o motorista do Gol
Ônibus atingiu em cheio lugar o motorista do Gol“Nesse horário motorista de ônibus tem que ficar sem piscar por conta dessas invasões que os carros fazem na via principal. Vamos esperar a perícia que ela vai dizer o que aconteceu, poderia ter sido pior, ainda mais com criança dentro do veículo é que não se pode entrar na frente de um ônibus em uma avenida, ainda bem que eu vinha devagar”, ponderou o motorista, . “Ainda mais em um horário de pico, fica difícil aqui, quase intrafegável, o cuidado é bem redobrado”, complementou o cobrador do ônibus, que também não quis se identificar.
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